segunda-feira, 23 de novembro de 2020

DESENVOLVIMENTO ATRAVÉS DO JOGO 1: NOSSAS RECORDAÇÕES

 


            Brincadeiras

Recordando sobre essa postagem, relembrei e relatei um pouco sobre a minha infância. Hoje, percebo cada vez a importância desta ferramenta na escola, e na vivência com os alunos. Interagir com as crianças, não tem preço, Pois além de proporcionar alegria, ela também aproxima.

Atividades lúdicas possibilitam assimilação de novos conhecimentos, intercâmbio de ideias, desenvolvimento da sociabilidade e da criatividade, bem como, o aprimoramento de várias habilidades, principalmente as motoras. A brincadeira auxilia o desenvolvimento da criança, de forma intensa e marcante, fazendo com que ela leve, todo este conhecimento adquirido para o resto da sua vida.

O lúdico é uma necessidade humana, que proporciona a integração do indivíduo com o ambiente onde vive, sendo considerado como meio de expressão e de aprendizado. Também tem como objetivo de tornar a escola mais atrativa, interessante e agradável para as crianças, e precisa ser desenvolvido através dos jogos, brinquedos e brincadeiras que fazem parte do mundo das mesmas. Santos (2000), afirma que “a ludicidade é uma necessidade do ser humano, em qualquer idade e não pode ser vista apenas como diversão”. 


"Inovações Pedagógicas"

 

Inovação pedagógica não fica somente nos pensamentos, mas hoje após de acordamos num mundo totalmente diferente e passarmos por oito meses de distanciamento social devido a Pandemia.

Acordar na segunda quinzena de março com o Planeta sendo dominado por um vírus denominado de COVID-19, sem saber direito o que está acontecendo, e pensando que a menos de um mês antes escutávamos que esse mesmo vírus estava matando do outro lado do mundo, e agora chega à nossa cidade, o que fazer? Como proceder? Até parece cenas de um filme de ficção científica, decretado quarentena, e tudo fecha na cidade.

E logo pensando nas instituições de ensino básico onde as aulas presenciais já era difícil pensar em inovação pedagógica, e agora como seria? Praticamente da noite para o dia os professores da educação básica foram diretamente desafiados a mudar seu modo de pensar o como lecionar. E dentro dessa provocação veio muita insegurança, medo de não conseguir, medo de não atingir todos os alunos, pois presencialmente eles não davam tanta atenção nas aulas, imagina remotamente.

Dentro dessa presente mudança, que veio de fora para dentro do sistema, podemos notar que o sistema ainda está desatualizado, deixando nesse sentido muitos alunos de fora da sala de aula, sendo uma das inovações pedagógicas,  veio junto com uma pandemia e o uso desta, o mais próxima foi o celular que tem tido muito apoio para lecionar.  E hoje nas escolas públicas, como já sabíamos nem todos os alunos têm acesso à internet, nem todos tem um celular que possam visualizar e receber os conteúdos, atividades, pdf, ou vídeos. Assim deixando uma boa parte dos alunos da rede pública em desvantagem com os alunos da rede particular de ensino.

Hoje repensando em inovações pedagógicas, após trabalhar no estagio curricular obrigatório percebi o quanto fazer um trabalho diferenciado trás mudanças na sala de aula, os alunos começam a ficar mais calmos e participativos. Por menor que sejam as diferenças realizadas no âmbito escolar, elas podem melhorar muito o aprendizado dos alunos, pois toda criança gosta de novidades, e são essas pequenas novidades que podemos cultivar em nossos alunos o prazer de querer aprender.

Não é fácil mudar nossa maneira de ensinar, mas com certeza quando percebemos as transformações nos alunos, entendemos que isso e importante para eles. Fazer o aluno buscar pelo conhecimento é um dos caminhos essenciais para a aprendizagem.

Postado por Rosângela Farias 

Marcadores: SI VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação


Preconceitos

 

Preconceito?

Buscando em minhas postagens e relendo-as essa me chamou atenção. Pois, ela trás uma situação sobre racismo, preconceito. Sobre uma situação que uma das colegas trouxe para nossa reflexão. No dia pensamos que as crianças da escola infantil e fundamental I, mesmo sendo muito pequenas existem crianças com um comportamento preconceituoso muito acentuado. Naquele dia conversamos muito sobre esse assunto. Em sala de aula, conversamos com as crianças, realizamos atividades onde esses comportamentos aos poucos estão sendo sanados, mas sabemos que a criança reproduz o comportamento e a educação que recebe em casa, onde é seu primeiro circulo social, sua família. 

Como podemos mudar o aprendizado dessas crianças e mostrar-lhes que todos somos iguais, se a família que é a fonte da primeira educação desse aluno? Acredito que por esse motivo que ainda encontramos tanta descriminação racial, tanta dor entre os seres humanos. E a criança é cruel, ela fala na cara, imagina igualar a cor de um colega a de um coco, sendo que esse elemento é mal cheiroso, e não é usado para nada, algo desprezado que vai pelo vaso sanitário é puxar a descarga e pronto.

Pensando na situação teria vontade de conversar com os responsáveis dessa menina, e perguntar se sabem que a menina pensa assim. Elucidá-la, que esse modo de pensar e agir poderá trazer muitas sentimentos ruins tanto para ela, como ofender outras pessoas negras.

O papel do professor é muito importante para trazer assuntos polêmicos para dentro da sala de aula e tentar sanar todos os pensamentos que envolvam as pessoas para conversar, tirar as dúvidas e fazer com que os alunos, mesmo sendo da educação infantil refletir sobre o que é certo ou errado falar, e expor o que pensam. Felizmente a escola tem que ser o agente que trás os assuntos a serem discutidos, e esclarecidos para que a um dia entendamos que todos são iguais.


Rosângela Farias às 11:11 Um comentário: Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: PreconceitoSI6ira, 1 de dezembro de 2017

Põe Fé que já é...





Dessa forma, apoiávamos, umas nas outras, união,  harmonia, alegrias. Dividíamos saberes, experiências, tristezas, desabafos, apoios, entre outros. PEAD, que saudades de ti.
Põe Fé que já é...
Volta às aulas no PEAD - Eixo III!


Fomos recepcionados pelos coordenadores do curso com um vídeo de (Arnaldo Antunes), onde a mensagem expressa diversidade entre as pessoas.
Os coordenadores nos propuseram uma atividade em dividir a turma em grupos, e cada um escrever ou expressar de alguma forma o que desejaria para seus colegas para o reinicio das aulas.
A ideia do nosso grupo foi que através da união das nossas mãos, desejar tudo de muito bom para todos os colegas e o grupo do PEAD, um bom retorno com muita força de vontade para nossa nova retomada aos estudos tão desejados.


Seja muito bem vindo PEAD – Eixo – III/2016.
Agora é!!!




Participar do Fórum "O QUE É CIÊNCIAS"

O que é Ciências? Por que estudar ciências na escola?

Ciências, essa interdisciplina nos trouxe a lembranças esquecidas ao longo das nossas vidas. Quando éramos criança, observávamos a natureza e como os insetos trabalhavam, levantávamos muitas hipóteses sobre como tudo funcionava. Percebo quando estou em frente a uma turma e começo a falar algo sobre Ciências o quanto os alunos gostam de escutar sobre as descobertas que os cientistas encontraram, e como os químicos conseguem realizar alguns feitos.

Imaginem uma turminha de segundo ano observar através de um microscópio a parede celular de uma cebola. Ou verificar que existem milhões de pequenos organismos em coleta de água de poças paradas. Se um adulto como eu fiquei muito feliz nas pequenas amostras realizadas na aula presencial, imagina uma criança de educação infantil ou séries iniciais.

Trabalhar com Ciência é muito tranquilo, pois tudo envolve as ciências, desde nosso corpo e se estendendo a tudo que nos cerca. Fazer pequenos experimentos com eles é muito prazeroso, e a criança começa a despertar a observação e tudo deverá ser registrado para depois ser comparado com os colegas ou pesquisas bibliográficas. E Becker (2013), diz em muitos de seus discursos que devemos ter mais laboratórios do que auditórios se referindo a “sala de aula”.

E pensando em sala de aula como é extremamente chato e irritante para os alunos de hoje permanecerem durante quatro horas sentados, enfileirados, em silêncio, copiando do quadro ou de livros textos. Respondendo questionamentos onde as respostas devem ser idênticas as que têm nos livros. Assim, parecendo que o aluno não sabe pensar.

E quando falamos de ciências para eles seus olhos brilham, pois ainda encontramos professores que não gostam de mudar sua maneira de lecionar, e trabalhar ciências ou em laboratórios isso trás desconforto, pois sai da zona de conforto desses professores. Nas aulas de Ciências, os alunos começam a pensar, e perguntar, e como será que esse professor que não é adepto ao novo vai poder trabalhar?

Nesse meu texto trago muitas perguntas e levanto algumas provocações, pois a gente tem que se abrir para o novo sempre, se jogar, mudar, modificar nosso modo de ver a educação. Nossos alunos são diferentes, eles podem acessar vários coisas ao mesmo tempo, então deixar a sala de aula o  mais atrativa é a solução. E não precisamos de muito, precisamos é ter coragem.

Se não souber naquele exato momento alguma resposta, não sentir vergonha pois somos seres humanos, não computadores cheio de saberes. Saber dizer, no momento eu não sei, mas vou pesquisar e trazer a respostas a sua dúvida é bem bonito de se dizer, pois não somos fonte de saber infinitos. 

SI IV - Representação do mundo pelas ciências  Naturais

Postado em: 27/03/2017


sábado, 21 de novembro de 2020

“Linha do tempo – tecnologias na escola”

 

“Linha do tempo – tecnologias na escola”

 

Refletindo esta postagem, realizamos um trabalho em grupo no PEAD, onde precisamos retroceder um pouco no tempo, para lembrarmos por quantas coisas vivemos em nossas vidas, e nos darmos conta do avanço das tecnologias no mundo hoje.

Portanto, muitas pessoas não se dão conta que precisam evoluir também, buscar informações, treinamentos, praticar, ir atrás. Pois, o tempo não para e tudo está a nossa disposição, é claro que muito depende ainda da situação econômica, mas os filhos, as crianças, os jovens, não deixam de levar a informação para seus lares.

Recentemente realizei meu estagio curricular obrigatório com uma turma de 2º ano do ensino fundamental. Encontrei uma escola, com ótima estrutura, muito bem equipada, com Laboratório de Informática, sala de vídeo, Biblioteca com tela plana digital, internet fluindo muito bem. No entanto, estes locais, se encontravam trancados, chaveados, colegas não demonstravam o mínimo interesse em pelo menos levar seus alunos para conhecerem estes espaços.

Logo que cheguei à escola, encontrei uma supervisora que fez questão de me mostrar estes espaços. Logo, combinei com ela que gostaria de realizar trabalhos com a minha turma, então ela me respondeu, que ótimo, pode sim, por que as professoras daqui tem medo de lavarem seus alunos, acham que eles não têm modos para tal. Tive o privilégio de fazer trabalhar com meus alunos e de fazer uso de todos os espaços que a escola dispunha. Foi um trabalho maravilhoso, pena que as crianças comentavam com os coleguinhas na hora do recreio, e eles vinham pedir para eu conversar com as profes. deles para que fizessem o mesmo. Mal sabem eles, que muitas delas me tacharam de “louca”, em levar 25 crianças de uma vez só no Laboratório de Informática, dizendo-me, eles vão quebrar tudo, não sei como a escola tem coragem de deixar uma estagiária fazer isso. Foi uma experiência maravilhosa, pois os alunos que não sabiam ler, me surpreenderam com suas habilidades no youtube. Realizei um trabalho com a Pedagogia de Projetos, e deu muito certo.

 

SI VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação

Publicado em: 05/08/2018

Uso das Tecnologias

 

“Linha do tempo – tecnologias na escola”

 

Refletindo esta postagem, realizamos um trabalho em grupo no PEAD, onde precisamos retroceder um pouco no tempo, para lembrarmos por quantas coisas vivemos em nossas vidas, e nos darmos conta do avanço das tecnologias no mundo hoje.

Portanto, muitas pessoas não se dão conta que precisam evoluir também, buscar informações, treinamentos, praticar, ir atrás. Pois, o tempo não para e tudo está a nossa disposição, é claro que muito depende ainda da situação econômica, mas os filhos, as crianças, os jovens, não deixam de levar a informação para seus lares.

Recentemente realizei meu estagio curricular obrigatório com uma turma de 2º ano do ensino fundamental. Encontrei uma escola, com ótima estrutura, muito bem equipada, com Laboratório de Informática, sala de vídeo, Biblioteca com tela plana digital, internet fluindo muito bem. No entanto, estes locais, se encontravam trancados, chaveados, colegas não demonstravam o mínimo interesse em pelo menos levar seus alunos para conhecerem estes espaços.

Logo que cheguei à escola, encontrei uma supervisora que fez questão de me mostrar estes espaços. Logo, combinei com ela que gostaria de realizar trabalhos com a minha turma, então ela me respondeu, que ótimo, pode sim, por que as professoras daqui tem medo de lavarem seus alunos, acham que eles não têm modos para tal. Tive o privilégio de fazer trabalhar com meus alunos e de fazer uso de todos os espaços que a escola dispunha. Foi um trabalho maravilhoso, pena que as crianças comentavam com os coleguinhas na hora do recreio, e eles vinham pedir para eu conversar com as profes. deles para que fizessem o mesmo. Mal sabem eles, que muitas delas me tacharam de “louca”, em levar 25 crianças de uma vez só no Laboratório de Informática, dizendo-me, eles vão quebrar tudo, não sei como a escola tem coragem de deixar uma estagiária fazer isso. Foi uma experiência maravilhosa, pois os alunos que não sabiam ler, me surpreenderam com suas habilidades no youtube. Realizei um trabalho com a Pedagogia de Projetos, e deu muito certo.

 

SI VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação

Publicado em: 05/08/2018

 

Paulo Freire,  e a leitura de mundo

 

            Refletindo sobre esta postagem, tinha muita curiosidade de entender como era o método de alfabetização do Paulo Freire. Fiquei impressionada com a forma como ela era desenvolvida e aplicada aos adultos. Assistindo aos vídeos de experiências de alguns professores, parece não ser muito fácil não. Lembro-me que fiquei fascinada para realizar meu estágio curricular, em uma escola da EJA, mas não consegui, encontrei professores bastante resistentes, com medo de seus alunos desistirem dos estudos, por que entraria alguém novo para dar aulas a eles. Segundo informações que recebi de um professor, que eles não se sentem muito a vontade com novos professores, sentindo-se intimidados. Mas confesso que fiquei bastante interessada em trabalhar com eles.

            Mas uma das coisas que me chamou a atenção é a forma como Freire, fala sobre a amorosidade que precisa ter com seus alunos, sobre a dialogicidade constante no contato com o grupo. Sendo ele, contra a pedagogia do silêncio, do aluno não ter voz para falar. Para ele, “a educação não se faz no silêncio” (FREIRE, 2010, p. 345)

            Para mim, ele estava muito certo sobre isso, pois a comunicação é tudo, ainda mais vinda de adultos que vieram de tantas dificuldades na vida, motivos que os fizeram desistirem de estudar, ou muitos nem tiveram a chance para isso. Demos a eles, nós educadores a chance a eles, para não perdê-los novamente,

 

Publicado em: 05/08/2018 -  SI VII - Didática

https://www.blogger.com/blog/post/edit/2010689865603307937/9128092815279010763

 

Plano de Trabalho Docente

            É um documento que registra o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer e com quem fazer; é um norte para as ações educacionais; é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejamento. É a apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas. Através de pesquisas e estudos, abordam os conteúdos em três categorias que são: os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais que estão veiculados, com os quatro pilares da educação: Aprender a conhecer o quê? Aprender a fazer o quê? Aprender a viver juntos para quê? Aprender a ser por quê? (ZABALA, 1998, p.42-48).

           Lembro-me, quando precisei preparar um plano de aula para a atividade da interdiscilpna de Didática, e não foi muito fácil não.

            Considero importante planejar, preparar, organizar, preparar um bom plano. Pois a partir dele temos um norte a seguir.

            Porém, antes de tudo, é preciso conhecer os alunos o qual irá trabalhar saber o que eles querem o que precisam saber, quais são suas ideias, o que eles querem saber, ouvi-los antes de tudo.

            Muitas vezes, levamos horas planejando, preparando aulas, às vezes escolhemos um tema e viajamos em pesquisas, escolhendo o melhor, de acordo com a faixa etária, da série em que eles estão. Então, você chega à turma, apresenta seu trabalho a eles e nada daquilo que você preparou, levou horas construindo, desperta interesse nos seus alunos.

            Minha sugestão, antes de iniciar qualquer que seja o seu planejamento, é que tenha um bom diálogo, reúna seus alunos, escute o que eles gostam o que eles querem.    Experimente trabalhar com projeto pedagógico. Pois além de você estar trabalhando os conteúdos principais da educação, conceituais, procedimentais e atitudinais, também estarão trabalhando a interdisciplinaridade. Tive uma experiência com essa metodologia, que obtive resultados surpreendentes.

 

Reefências:

SEED. Diretrizes Curriculares de História para a Educação Básica. Curitiba: MEMVAVMEM Editora, 2006. Disponível em: < https://slideplayer.com.br/slide/324036/>

 

Interdisciplina: Didática – publicado em 16/07/2018 -Seminário Integrador VII

https://www.blogger.com/blog/post/edit/2010689865603307937/755640442094232565?hl=pt-BR

terça-feira, 17 de novembro de 2020

"As Meninas do Quarto 28".

           Relembrando sobre uma da minha primeira postagem no Blogger, no inicio da minha caminhada no Curso do PEAD, em que fui muito bem recebida pelas professoras Rosane e Mariângela no prédio da FACED/UFRGS. Após ter tido uma bela explanação sobre a forma como se daria o Curso, através do uso das plataformas, do moodle, do Blogger, do PBworks. Aprendi a criar o Blogger com a profª. Mariângela e realizei a primeira postagem, anotei todo passo a passo, por que logo, deveria postar alguma coisa. Jamais havia ouvido falar sobre estes recursos, parecia que estavam falando grego comigo, pois eu tinha apenas o curso básico de informática.

            Na saída do prédio me deparei com uma exposição no Museu da UFRGS. Lembrei-me da aula que havia assistido na Interdisciplina de Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, uma das atividades solicitada era relatar sobre uma visita a um museu, teatro, cinema, ou, outros. Como estava chovendo muito, adentrei ao Museu, e me deparei com uma exposição sobre “As meninas do quarto 28”. Registrei tudo o que pude com o meu celular, assisti relatos de experiências, tive uma aula de história sobre o sofrimento pela qual aquelas pessoas haviam passado, durante o período do “holocausto" nazista. Chegando a minha casa, ainda tomada pela emoção, transcrevi tudo para o meu Blogger, a minha primeira postagem sozinha, contando em detalhes tudo o que eu vi naquela exposição. Confesso que precisei pedir ajuda ao tutor Glauber para depositar as imagens. Mas foi uma experiência muito gratificante. Pois me senti muito a vontade em realizar algo que nunca havia feito, como foi o uso dessa plataforma tão maravilhosa, que hoje posso rever e desfrutar com emoção sobre essas recordações. Já estou sentindo saudades de tudo e de todos do PEAD. 

Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica: SI - II

Publicado em fevereiro/2016

segunda-feira, 25 de março de 2019

Desenvolvimento e relação entre linguagem e pensamento


"Aquisição da Linguagem sobre as teorias de Piaget e Vygotsky e Wallon"

Impressionante como estes grandes estudiosos descobriram, discordavam ou concordavam, nos deixando até meio confusos a tantas teorias diante a conhecimentos importantíssimos na área da educação, sendo este o desenvolvimento humano. Concordo com os teóricos Piaget e Vygotsky, quando enfatizam a necessidade de compreensão da gênese dos processos cognitivos, que devemos respeitar o nível da criança na colocação mínima e máxima para cada ensinamento. Também concordo com Wallon que via a emoção (choro, riso, tom de voz agradável ou desagradável) como a primeira linguagem da criança.
Em meio às praticas que vivenciei com bebês desde os recém-nascidos até os seis anos de idade. Cheguei à conclusão que o desenvolvimento da linguagem acontece através de realização de atividades que promovam o desenvolvimento integral da criança que são os estímulos diários que compreendem a sua necessidade. E que a resposta a esses estímulos vem automaticamente, percebi que a mudança da sua faixa etária acontece a cada três meses de vida. Bastando observar àquilo que fazia antes e o que está fazendo a agora. A mudança acontece muito rápido, a criança precisa de afeto, atenção e também de brincar, para isso é necessário que esteja a sua disposição objetos de diferentes formas, tamanhos ou cor, de acordo com sua faixa etária. Isso ajuda no desenvolvimento de sua imaginação e de seu pensamento.


Ler o mundo para transformá-la



“Leitura do Mundo”


Sobre o artigo estudado, Paulo Freire inspira confiança pela sua coerência entre o dizer e o fazer, sendo uma pessoa humilde, com disposição e diálogo. Deixando um legado pedagógico, permitindo olhar as conexões com o outro no mundo. Visando às múltiplas possibilidades de intervenção, uma vez que há condicionamentos e não determinações. Sugere que cada um se assuma como aprendente da própria história em busca do ser mais.
Uma das disciplinas no semestre anterior (Linguagem) que mexeu muito com a minha estrutura mental (psíquica). “Estudos em Freire”, primeiro fui a procura de uma escola que trabalhasse com ensino na EJA, para que eu pudesse praticar meu estágio obrigatório, infelizmente as pessoas desta área ainda são muito resistentes impedindo-me a prática naquele momento. Logo procurei me aprofundar melhor nesta metodologia de ensino. Encontrei pessoas fantásticas, com altas habilidades no ensino e vivencias no assunto. A situação foi tanta que cheguei a publicar um artigo sobre as minhas memorias de alfabetização e letramento em um livro que foi lançado na ultima Feira do Livro de Porto Alegre. (esta história, contarei num outro momento).
Entendi que antes de entender o outro, precisaria entender primeiramente a mim, antes de tudo me reconhecer. Percorrer ao meu interior, até chegar ao destino final que é o desejo de ensinar.

Participação dos pais no ambiente escolar




Esta postagem reforça-me, sobre a importância dos responsáveis pelos alunos na escola. Participar da vida escolar do filho, não significa apenas marcar presença em reuniões escolares. Mas, sim de fato acompanhar dia a dia a vida cotidiana do filho. Refiro-me ao conversar olho no olho, saber o que esta acontecendo, o que ele está aprendendo, se tem dificuldades, ir à escola, manter contato direto com o professor, saber sobre o desenvolvimento do seu filho, acompanhar seus estudos. Acredito que toda escola deveria além de fazer reuniões com os pais, convidá-los a assistirem vídeos (curtas) de situações, casos que ocorrem dentro e fora das escolas com as crianças os jovens. Manter os pais informados de que seu filho pode estar passando por alguma situação semelhante, que precisa de atenção, como forma de prevenção. Penso ser uma ótima alternativa para as escolas adotarem como método de prevenir a piores situações. A Escola enquanto mediadora a famílias que muitas vezes não percebe a situação dentro da própria casa.

Desigualdade social


O filme “Que horas ela volta”

Inspirei-me neste artigo, como forma de refletir social a situação caótica em que vivemos em nossa sociedade.
- A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, até de desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, e outros. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – e chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda.  No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil era a 8ª nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que o Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém ainda é gritante. (Artigo: Desigualdade Social) - https://m.brasilescola.uol.com.br
Infelizmente é uma realidade presente na vida de muitas pessoas, não só no Brasil, mas em cada canto mundo. Situações que está levando pessoas ao desespero, ao caminho das drogas, do álcool, do crime, nas escolas, na sociedade, e outros.  Vejo uma situação que está ficando fora do controle, tornando nossa sociedade um caos.

Comunicação com o mundo



Estudos em LIBRAS, uma importante disciplina no PEAD, não apenas para questões de conhecimentos, mas para a comunicação com o mundo. A necessidade constante que encontramos e  saber o quanto podemos contribuir como facilitadores no entendimento com o outro, em todo o lugar. Participei de um curso inicial fase I de LIBRAS em uma escola especial de surdos, onde o meu professor também era surdo. Tamanha foi à experiência que absorvi durante essa convivência, em que antes eu via o surdo como um deficiente auditivo e jamais pensei na possibilidade de algum dia precisar me comunicar com eles. Porém as concepções mudam, quando você percebe que eles vivem muito bem e você passa a enxergá-los como sujeitos “normais” que podem fazer de tudo igual melhor, tudo aquilo que eu faço, dentro das suas possibilidades. Como tudo na vida é preciso viver na prática para entender a realidade do outro.

Brincar é alegria e traz felicidade


A importância do Brincar...

Além da interação da criança com o brinquedo, com o outro, as brincadeiras são fundamentais como mecanismo para desenvolver a memoria, a linguagem, a atenção, a percepção, a criatividade e habilidades motoras, coordenação grossa e fina, estruturação espaço temporal e lateralidade. Melhora a aprendizagem, brincando e jogando a criança terá oportunidade de desenvolver capacidades indispensáveis como: atenção, afetividade, que vem a contribuir significativamente para o importante desenvolvimento das estruturas psicológicas e cognitivas do aluno. A brincadeira caracteriza vínculos importantes com o seu meio social, seus familiares e amigos, e é através desse convívio com o outro, que a criança começa a formar sua ideia de mundo.



Quebrando barreiras


Seminário Integrador VI
Sobre a postagem em meu portfólio “Preconceito (Desigualdade Social-Exclusão)”. Quebrando barreiras, tomei atitudes no primeiro momento por instinto de mãe, me colocando no lugar daquela família em que a mãe precisava trabalhar e não tinha com quem deixar seu bebê. Por ter pouca experiência na área, não tinha muitos argumentos, então parti para a ação.
Hoje, com os conhecimentos adquiridos no PEAD e em estudos com diversos autores e junto a ultima experiência que tive. Trouxe-me uma bagagem de conhecimentos muito pertinente. Estas experiências modificaram totalmente uma visão que eu tinha de professora do magistério, quando, geralmente não se conhece a realidade do aluno, fazendo diversas cobranças do seu comportamento em sala de aula, do tipo: o porquê do sono, da agressividade, da falta de atenção, do interesse, da falta de participação, das suas dificuldades de relacionar-se com os colegas de classe, entre outros. Motivo estes, que me levaram a cursar pedagogia, para entender a forma de ter a participação dos pais em sala de aula. Pois através das praticas e dos conhecimentos adquiridos, me sinto melhor fortalecida, como ser humano que entende e respeita o outro. Com a percepção de que precisarei estar mais atenta a conhecer melhor meus alunos e saber da sua realidade. Antes, a minha preocupação era, como proceder para que os pais e responsáveis pelos meus alunos participassem da vida escolar dos seus filhos na escola. Agora, quero fortalece-los a retomarem seus estudos, a fim de terem uma vida digna como cidadãos pertencentes a esta sociedade.

Um novo olhar as aprendizagens

https://portifoliorofas.blogspot.com/2018/04/


Com base na postagem “Arquitetando conhecimentos” em meu portfólio, passei a ter uma melhor captação no processo do desenvolvimento. Nesse procedimento para compreender o processo do desenvolvimento, segundo Piaget, é necessário ter claro os estágios que são: Sensório motor – de 0 a 24 meses, Pré-operatório – de 2 a 7 anos e Operatório de 7 anos em diante. Esses estágios acontecem desde o nascimento da criança que passa pelas fases de assimilação, adaptação e equilibração. Assim é possível considerar que o estágio (faixa etária) é o tempo que acontece coisas importantes. O desenvolvimento explica a aprendizagem, por não considerar ser uma soma de conhecimentos, quer dizer a aprendizagem ela só existe quando há assimilação e concretiza-se com o processo da adaptação. Em estudos de Piaget, percebe-se que a aprendizagem é um processo gradual, no qual a criança vai se capacitando em níveis mais complexos do conhecimento. Seguindo uma sequencia lógica, assim observar como se desenvolve o conhecimento, nos leva a entender como a criança aprende.

- O motivo pelo qual escolhi esta postagem, devido ao fato de ter acompanhado semanalmente o processo evolutivo de algumas crianças que atendi individualmente, “em estágio” que mencionei na 1ªetapa, ou seja, colocando em prática atividades lúdicas, utilizando objetos de apoio ou leituras infantis, através desses estímulos, fui compreendendo o processo de desenvolvimento acontecendo dia a dia. Compreendi que atrás de cada ação existe um autor, para mim neste caso foi Piaget.
Desenvolvimento e Aprendizagem Sob o Enfoque na Psicologia II -SI VI

"Aprendizagem" fora da sala de aula




Infelizmente, não foi possível realizar o meu estágio obrigatório neste semestre. Contudo, realizei outra prática, sendo esta fora da sala de aula, considerando esta, uma realização de algum dos meus objetivos pelo qual decidi cursar na área da educação. Eu, sempre tive um olhar voltado a atingir a atenção das famílias dos meus alunos, tendo em vista que a participação contínua dos responsáveis pelos alunos é necessária, como forma de colaborar com a aprendizagem. Nos últimos seis meses, meu desempenho foi voltado ao “Programa – PIM/CF” (Primeira Infância Melhor/Criança Feliz em Canoas/RS). Onde prestei serviços de estagiária em educação social. Com o objetivo de acompanhar famílias de classe popular, e ou em estado de vulnerabilidade social. Embora, eu não estivesse em sala de aula, realizei vários projetos de atividades lúdicas pedagógicas de forma individual com 17(dezessete) crianças na faixa etária entre 0 a 6 anos de idade, com o objetivo de trabalhar o seu desenvolvimento e estímulos sócios afetivos, linguagem, cognição, coordenação motora, entre outros.
Tive a oportunidade de colocar em pratica os estudos realizados no PEAD, que me proporcionaram compreender e associar as teorias aprendidas com os autores Piaget, Vygotsky, Wallon, entre outros, que estiveram presentes a cada semestre no decorrer do curso.
"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".
                                                                                Paulo Freire

quinta-feira, 14 de março de 2019

"Resiliência"

Imagem relacionadaImagem relacionada

Buscando forças para superar os velhos "bloqueios"

"Atitude Mental" 
Existe um único ponto de vital importância: é a forte vontade de crescer e expandir custe o que custar. Esta atitude é fundamental. O pior pensamento a seu próprio respeito é pensar “não tenho capacidade”. Pense assim: Eu também sou um ser humano. Se aquela pessoa está fazendo, eu também serei capaz de fazer. Aquele que nunca desiste, com uma forte determinação para realizar seu trabalho – mesmo cometendo falhas ou sendo ridicularizado pelos outros – certamente crescerá bastante. Entretanto, aquelas que desistem após o primeiro fracasso não servem, de fato para o trabalho. Em resumo, devemos desistir quando a causa não for boa e, pelo contrario, ter força de vontade para as boas causas. (Mokiti Okada, 1950).