sábado, 8 de setembro de 2018
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Bem vindo "Estágio"
Está chegando o momento mais esperado do curso do PEAD/2, o “Estágio curricular obrigatório”. Momento de colocar em prática as diversas aprendizagens
construídas ao longo do curso, e que servirá como apoio para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que será desenvolvido no próximo semestre.
Estou com grandes espectativas, pois estou muito
tempo afastada da sala de aula e sem contato com meus amados alunos.
Em nosso primeiro encontro do Seminário Integrador PEAD-2 – Eixo-VIII. Fomos recebidos pela equipe
diretiva de coordenadores e professores do curso. Também nos foi apresentado à equipe de orientadores que irá nos acompanhar durante a nossa trajetória no período de
estágio e “TCC”.
O estágio exigirá muitos registros de relatórios,
de aprendizagens, de observações, diários de campo e muitas reflexões. Teremos
o apoio e acompanhamento dos tutores e orientadores, por visita presencial e dos “Registros”, que serão construídos no “PBWORKS”, Portfólio de Aprendizagem
(Blog) e Seminário Integrador VIII.
Recebemos diversas orientações e incentivo dos coordenadores do curso, os professores, os tutores e os orientadores, que com muito carinho contaram
um pouco das suas experiências e se colocaram a nossa disposição. Também assistimos a um vídeo em que recebemos orientações importantes sobre estágio da professora Eliana Rela, onde ela faz um breve comentário, sobre a importância que o “estágio curricular obrigatório”, tem para a
nossa formação acadêmica. E considera o estágio um tempo muito precioso. Chamou-me a atenção
a um comentário em que a professora Eliana Rela citou que considero muito importante,
e ela diz o seguinte:
“Para que possamos construir nossos
registros, diários de campo, relatórios e outros, teremos situações que
irão acontecer na rotinas da sala de aula, por exemplo, com os alunos, atitudes
que teremos que tomar e que modificará nossas ações”. Mas, “é importante pensar sempre que cada decisão que tomamos, têm uma
teorização por trás, embora não nos demos conta disso” e o estágio é muito
importante para isso. Importante saber que “Eu
preciso teorizar sobre as escolhas que estou fazendo, teremos uma experiência
de ação, reação e reflexão”. A professora enfatiza também, sobre os
registros que faremos durante o estágio. Pois, as reflexões que construiremos
nos relatórios, servirão para nossa apresentação no final do estágio em conjunto
para a nossa avaliação. Sinto-me confiante, pois sei que terei um excelente apoio de toda equipe do curso que estará à nossa disposição assim como, nossos professores, orientadores e tutores. E que nos ajudarão a fazer as reflexões necessárias, para que possamos fazer uma boa construção dos nossos registros.
Sobre as "Construções dos Registros", os quais precisaremos nos empenhar na construção de muitas escritas. Escolhi uma citação, em que a professora Darli Collares manifestou, como apoio para nossas escritas, como objeto o TCC. "O Sabor está na escrita", e dita uma reflexão de Pablo Neruda
Sejas muito bem vindo "Estágio"!
domingo, 5 de agosto de 2018
Estudos sobre a EJA, encontros e reencontros
Encontro maravilhoso na
POIESIS, com a Professora. Dra. Ana Felíccia (minha professora de Didática no magistério) e a presença da Professora Drª Liana Borges. Esse encontro fortaleceu o meu
encantamento pelos estudos Freireano e da EJA no Brasil. No dia anterior,
fizemos uma apresentação em grupo no PEAD, “Trabalho de Campo” sobre a EJA, e
no dia seguinte participei da palestra em que Liana Borges, com muita
simplicidade nos contemplou sobre a sua trajetória e luta pelos direitos da EJA
no Brasil.
A participação de Liana
nessa atividade reforçou a importância da EJA para a sociedade brasileira e a
situou nos diferentes contextos históricos da educação. A partir do que ela
chama de “ciclos” da Educação de Jovens e Adultos e da Educação Popular, ressaltou
as conquistas coletivas para essa modalidade de ensino e as perdas mais
recentes com o avanço das contrarreformas. Liana também apresentou as
diferentes concepções de educação e a sua relação com a EJA, estabelecendo um
diálogo com os alunos presentes. Comentou também sobre a obra Paulo Freire no
Rio Grande do Sul: legado e reinvenção foi lançada no dia 4 de maio, durante o
20º Fórum de Estudos: Leituras de Paulo Freire, na Unisinos, que abordou o tema
Legado e presença de Freire no Rio Grande do Sul.
Currículo
Liana Borges possui graduação em Filosofia (1984), mestrado
em Educação (2001) e doutorado em Educação (2009) pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Atualmente tem contratações sem vínculo com
prefeituras, governos estaduais e diversos movimentos sociais. Possui
experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Políticas Públicas,
atuando principalmente nos temas Movimentos de Alfabetização (Mova), Educação
Popular, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Currículo, Avaliação e Gestão
Democrática.
De março de 2011 a março de 2013, foi cedida à Fundação para
o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), inicialmente na coordenação
pedagógica da Rede Escola de Governo e, posteriormente, na assessoria da
direção da FDRH para elaboração do Plano Político-Pedagógico (PPP), do Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) e do Sistema de Gestão da Rede Escola de
Governo.
"Inovações Pedagógicas"
[...] e a reconfiguração de
saberes no ensinar e no aprender na universidade" 

Com base nos estudos do Eixo VII, compreendo que “inovação pedagógica”, é
um processo de reorganização, de organização, melhor dizendo: é movimentar,
desconstruir um modelo escolar antigo, industrial, de regras e organizações
formadas num mundo que hoje já não mais existe. Nos dias atuais os jovens estão
carregados de informações. A escola atual, já não consegue mais dar conta das
ideias que os jovens estão trazendo para a sala de aula.
De acordo com estudos de casos que
vem estudando, no âmbito de uma universidade brasileira a reconfiguração de
saberes relacionados com o ensinar e o aprender. A investigação “Pedagogia
Universitária: possibilidade de ruptura em tempos neoliberais”, em seu
contexto, Segundo, (Cunha, 1998),
Entendemos
que inovação requer uma ruptura necessária que permita configurar o
conhecimento para além das regularidades propostas pela modernidade. Ela
pressupõe, que, pois, uma ruptura pragmática e não apenas a inclusão de
novidades, inclusive as tecnológicas. Nesse sentido envolve uma mudança na
forma de entender o conhecimento (Cunha, 1998).
Nos dias de hoje, os alunos não
estão mais contentes na escola, nem os professores e nem os gestores. É preciso
criar novos modelos, se reinventar, é preciso ter vontade de mudar, é ter
convicção que a escola não está mais dando conta desta sociedade. Para que esta
mudança aconteça, é necessário reorganizar toda escola, fazendo uma nova
formação de professores, redirecionar e organizar currículos, potencializar a
criatividade e a inovação nas escolas. Mas depende também do poder publico
patrocinar tudo isso.
Referência
CUNHA,
Maria Isabel da. Inovações pedagógicas e a reconfiguração
de saberes no ensinar e no aprender na universidade. VIII Congresso
Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais. Centro de Estudos Sociais, Faculdade
de Economia, Universidade de Coimbra, Portugal, 16 a 18 de setembro de 2004.
“Linha do tempo - tecnologias na escola”

Refletindo sobre a linha do tempo, percebemos o quanto a tecnologia está se desenvolvendo nas últimas décadas. Enquanto algumas colegas do grupo tinha apenas giz, quadro verde, folhas mimeografadas, lápis de escrever e de cor, borracha, apontador, canetinhas hidro cor para usar em seus estudos.
Ao passar dos anos o mundo tecnológico foi adentrando nas escolas, mas ainda hoje encontramos escolas sem nenhuma forma de tecnologia aqui mesmo no Brasil. Crianças que nunca manusearam um telefone, mesmo sendo o mais simples que se possa imaginar. As colegas que começaram a estudar na década de oitenta e noventa, já havia muitas novidades dessa área e com isso as aulas foram mais interativas, divertidas e atraentes, pois o mundo da tecnologia encanta a todos. Também podemos verificar que a tecnologia não é somente o computador e a internet, mas sim tudo que existe e que podemos e devemos usar em prol de uma boa aula, onde os alunos possam interagir positivamente e refletir sobre o que ele faz e o que tem a sua disposição atualmente.
E percebemos o quanto isso é importante dentro da educação, pois a criança que hoje encontramos em nossas salas de aula já nasceu no mundo digital, e com isso muito dos nossos alunos sabem mais do assunto do que nós mesmos. E o avanço da internet, as crianças e nós podemos aprender muito sem mesmo termos um professor ao nosso lado, existem muitos sites que eles podem usar, mas nesse meio encontramos também muito lixo eletrônico, e sites pouco confiáveis. Por esse motivo nós educadores temos um papel fundamental para poder fazer com que essas crianças não se percam num mundo tão grande, disponível e perigoso que chamamos de internet, mundo virtual.
Por isso a importância de todo educador saber trabalhar com as tecnologias fazendo-as instrumento positivo para uso em sala de aula, e mostrar para nossos alunos que podemos usar o telefone, a internet para podermos nos comunicar não somente falando, mas usando aplicativos para trabalhar em EAD, para podermos tirar dúvidas na hora das atividades de casa com os colegas e professores através de fórum ou chats criados para esse fim. Pois ainda existem muitas crianças que utilizam essa tecnologia somente como meio de diversão/distração com isso a tecnologia em vez de ajudar ela prejudica, deixando as crianças dependentes desses jogos virtuais deixando eles numa monotonia sem querer explorar o ambiente fora das telas.
Componentes do grupo: Andreia, Lisandra, Luceli, Maria Lucia, Mirelly e Rosângela
Paulo Freire e a leitura de mundo

Paulo
Freire, grande pensador educacional, criou um novo método de alfabetização de
adultos, oposto à teoria tradicional, que o consagrou mundialmente pela sua
pedagogia da ‘educação libertadora’. Para ele, não há educação e alfabetização
que não parta do princípio da conscientização. Seu método, resultado de anos de
reflexões no campo da educação de adultos, enfoca a importância do processo de
aprendizado por meio de palavras geradoras que são extraídas da realidade, do
cotidiano e das vivências dos alunos, sendo decodificadas para a aquisição da
palavra escrita e da compreensão do mundo.
Sua
proposta está estruturada em três etapas:
• Investigação – professor e alunos
buscam em conjunto palavras-chave e temas significativos do mundo em que estes
vivem;
• Tematização – professor e alunos
analisam os significados sociais das palavras, tomando consciência do mundo
vivido;
• Problematização – professor desafia e
inspira seus alunos a construírem uma visão crítica, partindo para a
transformação do contexto vivido.
Nesse
vídeo, podemos entender o que significa trabalhar com palavras geradoras
que são
extraídas da realidade, do cotidiano e das vivências dos alunos.
Em uma sala de
aula da EJA. A
professora apresenta a palavra-chave“BARRACO”, junto com uma imagem de barraco. A professora
desafia e inspira seus alunos a construírem uma visão crítica, partindo para a
transformação do contexto vivido.
É admirável o que este tema provoca nos
alunos o processo de se reconhecer e dar a importância do pensamento e da ação
política.
Segundo
Paulo Freire a educação é um ato político, uma ferramenta para transformar a
sociedade.
Referências
Texto de Frei Betto: Paulo Freire e a Leitura de Mundo - disponível em: https://moodle.ufrgs.br/course/view.php?id=51543- Fonte: http://portal.mec.gov.
br/seb/arquivos/pdf/Profa/col_3.pdf, acesso em
01/12/2007.
FREIRE,
Paulo. Pedagogia do Oprimido.Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987
sábado, 4 de agosto de 2018
"Reflexão sobre Avaliação"
Considero importante para
uma boa avaliação, antes de tudo pensar e planejar muito bem antes de propor uma
atividade ou um trabalho em grupo. Ter responsabilidade de avaliar o quanto o
aluno aprendeu determinado assunto.
Penso que o professor precisa
ser criativo e amável, ter paciência e perceber quais as diferenças cognitivas
de cada um dos seus alunos, precisa agir para que todas as dificuldades sejam
superadas. O aluno tem que aprender e precisa provar que aprendeu. Trabalhos,
conversas, grupos, pesquisas e outros métodos de avaliação contam sim, mas o
que demonstra que ele aprendeu é a prova individual.
Uma aula criativa é
aquela que motiva o aluno a buscar e compreender, e descobrir o que está sendo
proposto. Buscar atividades que saiam da rotina, utilizar materiais que chamem
a atenção do aluno, motivando-o para o aprendizado através de uma aula
significativa. Tornar o aprendizado um momento feliz e divertido, respeitar o
estilo de aprendizagem de cada aluno. Valorizar a opinião dos seus alunos sobre
as suas aulas e refletir sobre como foi ou está sendo suas aulas todos os dias,
avaliar o que deu certo, o que foi bom ou não e o que eu poderia ter feito
melhor para que o meu aluno realmente aprendesse.
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