domingo, 15 de julho de 2018


Análise das semelhanças e diferenças teóricas sobre Epistemologia Genética de Piaget, Interacionismo Simbólico de Vygotsky e Henri Wallon, em relação à linguagem.  

Teóricos 
Piaget 
Vygotsky 
Wallon 
Dados pessoais 
Jean Piaget (1896-1980), Pesquisador e filósofo Suíço, formado em ciências naturais. 
Lev Semenovich Vygotsky (1986-1934), formado em Direito e estudou Literatura e História.
Henri Wallon (1879-1962), pesquisador e professor francês, graduado em medicina e estudou psicologia e filosofia. 
Como pensam o processo de Aprendizagem 
A aprendizagem está condicionada ao desenvolvimento cognitivo e afetivo e seus estágios. 
Desenvolvimento e aprendizagem são processos concomitantes, interdependentes e recíprocos. 
Desenvolvimento e aprendizagem são diretamente influenciados por aspectos culturais e orgânicos de cada indivíduo. 


Principais semelhanças de Piaget, Vygotsky e Wallon: 

Os três eram sociointeraciorista, portanto, pensam o homem como um ser social; 
Tinham formação acadêmica em outras áreas que não a educação; 
Deram contribuições valiosas à educação através das teorias psicogenéticas; 
Acreditam que o conhecimento é constituído gradativamente; 
Levam em conta a base biológica do funcionamento psicológico; 
Acreditam que os processos filogenéticos e ontogenéticos tinham implicações diretas no desenvolvimento. 

Principais diferenças de Piaget, Vygotsky e Wallon: 
Piaget e Wallon focavam suas análises sobre o desenvolvimento cognitivo e afetivo do nascimento à adolescência. Vygotsky pensa o desenvolvimento e a aprendizagem como algo que ocorre por toda vida. 
Para Piaget, conhecimento é constituído do indivíduo para o social, enquanto Vygotsky e Walon, do social para o indivíduo. 
Embora os três pensassem o homem como um ser social, Piaget privilegiava a maturação biológica como condição ao desenvolvimento cognitivo (aprendizagem): Vygotsky, a interação social: Wallon, a afetividade. 
Piaget pensa o social e suas influências sobre os indivíduos pela perspectiva ética: Vygotsky, pela perspectiva cultural: e Wallon, pela perspectiva cultural e afetiva. 
Para Piaget, o processo de pensamento é resultado esquemas: a linguagem é resultado do desenvolvimento dos processos mentais. 
Vygotsky e Wallon não só viam pensamento e linguagem como interdependentes e recíprocos, mas atribuía grande importância à aquisição da linguagem, pois ela diretamente influenciava as funções superiores, porém, Wallon via a emoção (choro, riso, tom de voz agradável ou desagradável) como a primeira linguagem da criança. 


REFERÊENCIAS

Disponível em<https://www.google.com.br/search?q=quadro+comparativo+das+teorias+da+aprendizagem&sa=X&tbm=isch&tbo=u&source=univ&ved=0ahUKEwjmi-OV_4jcAhVHTJAKHVxKDPgQsA> acesso em 07 julho de 2018.



“Leitura do Mundo”


Resultado de imagem para leitura do mundo


Inspirada no artigo “Alfabetização” – Leitura do Mundo, Leitura da Palavra e Letramento”, a autora Mariléia Gollo de Moraes resgata em Freire, os pontos fundamentais de uma prática alfabetizadora de adultos e alguns conceitos de letramento com a finalidade de discutir as aproximações entre a concepção freireana de alfabetização - leitura de mundo e leitura da palavra - e as diferentes concepções de letramento, entre outros autores.
Diante das diferentes opiniões discutidas entre outros autores, a autora Mariléia, faz uma abordagem sobre a denominação terminológica dos múltiplos olhares sobre um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à palavra, tendo como forma de expressão a leitura e a escrita.
De acordo com o texto, a autora Mariléia, inaltece a postura de Freire, no quanto ele inspira confiança pela sua coerência entre o dizer e o fazer, sendo uma pessoa humilde, com disposição e diálogo. Deixando um legado pedagógico, permitindo olhar as conexões com o outro no mundo. Visando às múltiplas possibilidades de intervenção, uma vez que há condicionamentos e não determinações. Sugere que cada um se assuma como aprendente da própria história em busca do ser mais.

Primeiro, lê-se o mundo. “Ler o mundo” significa ler os signos, as coisas, os objetos, os sinais, etc. Paulo Freire diz que a leitura do mundo precede a leitura da palavra, ou seja, antes de uma pessoa ser alfabetizada e aprender a decodificar, seguindo esse preceito, ela já saberia ler implicitamente, mas não as palavras grafadas num livro, por exemplo, porém, essa pessoa sabe ler a vida. Por exemplo: uma criança, que não sabe ler, vê fumaça em abundância saindo de uma janela. Mesmo não sendo alfabetizada, a criança lê o que está inserido no mundo - neste caso, o signo “fumaça” – e entende que aquilo pode querer dizer, “fogo”. Isso é ler o mundo e é por isso que Paulo Freire diz que essa leitura precede a leitura da palavra. Mesmo não sendo alfabetizada, a criança entende o que se passa.

A Educação como prática de Liberdade, evocada por Paulo Freire. Ler o Mundo para transformá-lo, eis a tarefa de educadores e educandos imersos no processo de alfabetização, viabilizando o desencadeamento de uma pedagogia libertadora. Segundo, ANTUNES, 2002
Leitura do Mundo continua válida como estratégia pedagógica de uma educação libertadora na qual ler o mundo é condição necessária para a sua transformação. (ANTUNES, 2002:2)
 
  
REFERENCIAS

FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 22 ed. São Paulo: Cortez, 1988. 80 p.

MORAES, Mariléia Gollo – Artigo: ALFABETIZAÇÃO LEITURA DO MUNDO, LEITURA DA PALAVRA – E LETRAMENTO, ALGUMAS APROXIMAÇÕES.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

"Aquisição da Linguagem"


Em nossa primeira aula da interdiscilplina de "Linguagem e Educação", fomos recepcionadas pela encantadora professora Aline Moraes, como sempre muito animada.  Através de seus conhecimentos nos fez refletirem sobre a aquisição da linguagem. Tivemos um momento muito agradável, discutimos sobre nossos conhecimentos e teorias sobre como uma criança aprende a falar. Rememoramos processos de aquisição de linguagem de quando éramos crianças, tipo que histórias ouvimos falar sobre quando começamos a falar, pensando nas crianças falando, o que percebemos.
Lembrei-me do meu filho quando começou a falar, que trocava algumas letras do alfabeto como: “T” por “C”, “R” por “L”. Esse processo é conhecido como dislalia (do grego dys + lalia) é um distúrbio da fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Basicamente consiste na má pronúncia das palavras, seja omitindo ou acrescentando fonemas, trocando um fonema por outro ou ainda distorcendo-os ordenadamente. Até os quatro anos de idade, os erros de linguagem são considerados normais. Após essa fase, a criança pode vir a ter problemas, caso continue falando errado, podendo afetar até a escrita. O clássico desse distúrbio é o Cebolinha, personagem da Turma da Mônica. (InfoEscola - Débora Meldau).  Isso ocasionou certa dificuldade em sua alfabetização do meu filho, precisando tratar com fonoaudióloga, para seguir seu processo de aprendizagem.
Logo após, assistimos alguns vídeos de crianças desenvolvendo “conversação” com adultos. Diferentes formas das crianças expressarem sua comunicação. Como por exemplo: bebê falando, bebê lendo, traduzindo (ato de letramento), entendendo a relação com o objeto. Um fator importante, quando a mãe estimula o bebê, o bebê fixa o olhar na boca da mãe correspondendo à fala da mãe, formando uma relação afetiva e emocional. Daí existe uma comunicação = linguagem simbólica.
Formamos pequenos grupos para discutir sobre conceitos à hipótese de aquisição da leitura de linguagem. Descobrimos que a linguagem, pode ser adquirida de diversas formas através de estímulos, visual, sensório, vibração (no caso mudo), expressão facial, oral, etc.
Tivemos outros momentos, como: ouvimos e discutimos alguns aspectos teóricos na música  "Língua"de Caetano Veloso, a música é filosófica e epistêmica, possibilita fazer muitas reflexões. 
Outro momento comentado, foi sobre o Artigo "Aquisição da Linguagem", Publicado por Samanta Demétrio da Silva. O artigo de maneira clara e objetiva traduz uma sinopse das principais teorias sobre aquisição da linguagem, em resumo 

Comportamental (Skinner): aprendida, estímulos

Inativismo (Chomsky): inata

Cognitivismo (Piaget): construída

Interacionista (Vygotsky): interação, convívio, pensamento estruturado

Pragmática (Bates e Haliday): necessidade de comunicar

Biológica (Lenneberg): aparato biológico como possibilidade de criar linguagem


REFERÊNCIAS

Débora Carvalho Meldau, em: https://www.infoescola.com/doencas/dislalia
Música "Língua" do autor e compositor Caetano Veloso.
Samanta Demétrio da Silva, artigo "Aquisição da linguagem" publicado em 22 de julho de 2010.
https://www.youtube.com/watch?v=FInyCDfEUNY
https://www.portalt5.com.br/noticias/geral/2018/3/63866-bebe-argumenta-com-mae-ao-ficar-de-castigo-e-viraliza-na-web


quarta-feira, 2 de maio de 2018

"Escolas Democráticas"




Na aula presencial/inaugural do SI - VII Semestre do Pead/2018. Fomos convidados a assistir e elaborar uma reflexão sobre o curta: “Escolas democráticas".  "Que escola temos"?
Refletindo sobre o curta das, percebi que, as escolas em que ali foram apresentadas, não eram nada democráticas. E sim, escolas: gaiolas, retratando tendências tradicional, com metodologia antiga, alunos enfileirados, professor com atitude engessada, falta de didática e assim por diante.
O curta me provocou muitos questionamentos, para esse tipo de educação tradicional, comparada aos  dias atuais. 
Sei que a educação brasileira já passou por muitos momentos bons, ruins, com fracassos, vitorias. Mas, muitas descobertas já se deram no cenário da nossa educação. Muitos, educadores, pais, familiares e a sociedade já pensaram e ainda pensam para uma melhor educação. 

O termo pedagogia ocorreu do estudo das concepções antigas da educação. Essa teoria ou concepção pedagógica formou-se a partir dos pontos recorrentes nas práticas de ensino ao longo da história da educação.

Segundo, o filósofo e pedagogo, brasileiro DERMEVAL, 2014;  a introdução da denominação “Concepção Pedagógica Tradicional ou Pedagogia Tradicional foi introduzida no final do século XIX com o advento do movimento renovador que, para marcar a novidade das propostas que começaram a ser veiculadas, classificaram como ‘tradicional’ a concepção até então dominante”. (DERMEVAL, Saviani, 2014).
A visão da concepção pedagógica é a busca pela essência do homem e para realizar as suas inferências coloca o professor como o centro de todo o processo educativo, mantendo a visão no desenvolvimento do intelecto, na imposição da disciplina como parte fundamental para o sucesso educacional, na memorização dos conteúdos como forma de apropriação dos conhecimentos tidos como essenciais. (DEMERVAL,Saviani, 2014).

Lembro-me de alguns trechos lido no texto de BECKER, 1994, sobre a pedagogia diretiva e seu pressuposto epistemológico “Empirismo” – A pressão do meio social sobre o sujeito determina nele, mecanicamente as estruturas do conhecer. – O que ocorre na sala de aula: O professor – quem manda; - Alunos entrando em sala de aula, que sentem e fiquem quietos; - Carteiras enfileiradas, com espaçamento entre elas; - Professor aguardará (ou exigirá) silêncio. Feito silêncio, o professor inicia a aula. Por que isso acontece assim? Porque o professor pensa que (aprendeu) que é assim que ensina. A ação legitimada por uma epistemologia em que o sujeito é determinado pelo mundo do objeto ou pelos meios físicos e social. Só o professor pode “produzir” algum novo conhecimento no aluno.
Mas, qual será o fruto dessa escola? 
Será, Reprodução pura e simples do passado; Renúncia ao direito de pensar; Desistência de cidadania; Desistência do direito ao exercício da política. (BECKER, Fernando, 1994)

O papel da escola é o de promover uma formação meramente moral e intelectual, lapidando o aluno para a convivência social. Os conteúdos de ensino são passados como verdades absolutas, sem chance de questionamentos ou levantamentos de dúvidas em relação a sua veracidade. Nessa concepção não está presente a consideração sobre os conhecimentos do aluno, apenas o que está no currículo é transmitido, sem interferências. 
A relação professor-aluno é marcada pelo autoritarismo. Somente o professor possui conhecimento para ensinar, o papel do aluno é o de receber o conhecimento transmitido pelo professor. O silêncio em sala de aula é imposto pela autoridade docente.
No caso da relação professor-aluno, ainda prevalece, na maioria das escolas, o predomínio da autoridade do professor, bem como a imposição do silêncio. A avaliação está totalmente ligada à concepção tradicional, dando-se por meio de tarefas para casa e, quase que exclusivamente, pela prova escrita.
Na escola democrática todos têm direitos de decisão sobre o seu destino. O compartilhamento das responsabilidades e as decisões que podem alterar a posição de cada um no coletivo são seguidos em conjunto, incluindo gestores, educadores, funcionários, estudantes e pais. Cada um é, nesse sentido, responsável por si, mas também pelos demais. 


REFERÊNCIAS

BECKER, Fernando, 1994 Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/260250772/BECKER-Fernando-Modelos-pedagogicos-e-modelos-epistemologicos-2-pdf

DERMEVAL, Saviani, 2014. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dermeval_Saviani. Acessado em: 22 de fevereiro de 2014. 

Bem vindo “Eixo VII”



Iniciamos o semestre com aula presencial do Seminário Integrador, onde fomos convidadas a assistir o curta sobre: Escolas Democráticas em grupo fomos desafiadas  a fazer reflexões e produzir uma síntese
Este vídeo nos trouxe muitas discussões e debate sobre as ideias surgidas em cada grupo, foi uma aula de estudos muito produtiva, pois através das discussões, identificamos relações com os estudos apresentados pelas interdisciplinas do semestre anterior. Ficamos todos muito entusiasmados, pois ficou intensa a assimilação das palavras chaves que precisávamos para a  identificação dos tipos de escolas que ali se apresentavam. Cada grupo apresentou sua síntese, logo após o grupo grande interagiu em conjunto com as professoras formando assim um quadro de conceitos para servir de apoio para a construção de novas atividades.
Algumas palavras chaves para nossa discussão desta atividade: “Que escolas que temos”?

Referencias

Vídeo: Escolas Democráticas https://www.youtube.com/watch?v=Rumvh3QnL38

"Satisfação"!!!





É com muita satisfação e orgulho que concluo mais uma etapa daquilo que tem maior importância na minha vida nos dias atuais. “Meus estudos”, retornar aos estudos depois de muito tempo fora da sala de aula não é fácil, estudar a distância então, exige muita disciplina, dedicação e comprometimento. Esta oportunidade é minha e não abro mão dela por nada. Ela chegou à minha vida quando eu jamais pensei que seria possível, realizar um curso de graduação estava muito longe da minha alçada.
Ontem dia 1º de maio, dia do trabalhador, mesmo com a internet oscilando muitas vezes durante o dia, tive a permissão de me dedicar exclusivamente as minhas pendencias e “concluir este semestre VI”, que foi muito importante e marcante na minha vida. Foi demorado, foi, mas graças a Deus concluí!
Não tenho palavras para descrever tamanha felicidade que estou sentindo, ontem ou hoje sei lá, mas já se aproximava das 4hs da manhã, quando concluí minhas pendências e as postagens do “Blog” do SI-Eixo VI. Muito Obrigado!!!

Bora lá!!!

Seguindo em frente, sem parar, pois o Eixo VII, já está acontecendo,  cheiinho de coisas boas e preciso estar, em dia e principalmente manter meu Blog atualizado.

“Muito obrigado Eixo VI”!!!

“Bem vindo Eixo VII”!!!

terça-feira, 1 de maio de 2018

"Dialogicidade"



            Estudos revelam que o diálogo é um elemento relevante e emancipatório que interfere na formação dos sujeitos e na construção de saberes de forma significativa.
Em “A Sombra desta Mangueira”, Paulo Freire, 2000, defende a ideia de que o ser humano precisa falar, ser ouvido e respeitado. É no diálogo que acontecem as descobertas e os saberes. Para ele a comunicação é o fator mais importante na vida do ser humano, e que só acontece se for dialogada, pois através do diálogo, entre o aprendente e o aprendizado que as relações se constituem no indivíduo. Paulo Freire, entende que e a educação é um ato em que ao mesmo tempo é do educador e é do educando, e é nessa relação que pode se estabelecer uma educação libertadora, uma educação problematizadora e humanizada. É nessa relação que é dialética, que o professor na hora que ensina, ele está aprendendo outra vez e o aluno na hora que aprende através das perguntas ele está ensinando ao professor aquilo que ele já sabia, ou que precisa saber mais e até não sabia.
Paulo Freire, entende que aprender é uma descoberta criadora, onde ensinando se aprende e aprendendo se ensina. A educação como prática libertadora, faz com que as pessoas desenvolvam a capacidade de pensar e interagir. Contrapondo-se à educação bancária, que reflete a realidade opressora na medida em que apenas o educador é sujeito, os conteúdos são desconectados da realidade, simplesmente repetidos de maneira mecanicista, evitando o pensar. A educação deve ser feita através da realidade vivida pelo aprendiz, respeitando o repertório do aluno é que se pode chegar a uma visão de mundo critica e transformadora da realidade. Pois o conhecimento todo indivíduo tem e traz consigo através das suas experiências de vida, do trabalho ou do meio onde vive. (Freire, 2000).
Paulo Freire, concebe o homem como um ser de busca, inacabado, ser de relações, um sujeito e não um objeto. Para ele o homem, deve buscar sempre o conhecimento de tudo, que precisa viver e aprender para se completar.
O diálogo entre o professor e o aluno, deve ser uma troca e não um monólogo onde o professor fala e o aluno escuta, o professor precisa estar aberto para entender as pretensões, as dificuldades do aluno para  que haja o reconhecimento das ações.
Ensinar exige curiosidade, o professor deve estimular a curiosidade do estudante, num processo prazeroso mantendo aberto o exercício do raciocínio na busca de construção e reconstrução de novos conhecimentos.
A curiosidade, convida o aluno a imaginação, a intuição as emoções, a capacidade de observar detalhes e expectativas nas relações dos conhecimentos. (Freire, 2000)

“Os regimes  autoritários são inimigos da curiosidade, punem os cidadãos por ela. O poder autoritário é bisbilhoteiro e não curioso, indagador. Já a dialogicidade é cheia de curiosidade, de inquietação. De respeito mútuo entre os sujeitos que dialogam. A dialogicidade supõe maturidade, aventura do espirito, segurança ao perguntar, seriedade na resposta” (em A sombra desta mangueira, Paulo Freire, 2000, pag. 80).

 








Referência

FREIRE, Paulo, São Paulo, 2000. Ed. Olho D’agua. Livro: A Sombra Desta Mangueira.