quarta-feira, 2 de maio de 2018

Bem vindo “Eixo VII”



Iniciamos o semestre com aula presencial do Seminário Integrador, onde fomos convidadas a assistir o curta sobre: Escolas Democráticas em grupo fomos desafiadas  a fazer reflexões e produzir uma síntese
Este vídeo nos trouxe muitas discussões e debate sobre as ideias surgidas em cada grupo, foi uma aula de estudos muito produtiva, pois através das discussões, identificamos relações com os estudos apresentados pelas interdisciplinas do semestre anterior. Ficamos todos muito entusiasmados, pois ficou intensa a assimilação das palavras chaves que precisávamos para a  identificação dos tipos de escolas que ali se apresentavam. Cada grupo apresentou sua síntese, logo após o grupo grande interagiu em conjunto com as professoras formando assim um quadro de conceitos para servir de apoio para a construção de novas atividades.
Algumas palavras chaves para nossa discussão desta atividade: “Que escolas que temos”?

Referencias

Vídeo: Escolas Democráticas https://www.youtube.com/watch?v=Rumvh3QnL38

"Satisfação"!!!





É com muita satisfação e orgulho que concluo mais uma etapa daquilo que tem maior importância na minha vida nos dias atuais. “Meus estudos”, retornar aos estudos depois de muito tempo fora da sala de aula não é fácil, estudar a distância então, exige muita disciplina, dedicação e comprometimento. Esta oportunidade é minha e não abro mão dela por nada. Ela chegou à minha vida quando eu jamais pensei que seria possível, realizar um curso de graduação estava muito longe da minha alçada.
Ontem dia 1º de maio, dia do trabalhador, mesmo com a internet oscilando muitas vezes durante o dia, tive a permissão de me dedicar exclusivamente as minhas pendencias e “concluir este semestre VI”, que foi muito importante e marcante na minha vida. Foi demorado, foi, mas graças a Deus concluí!
Não tenho palavras para descrever tamanha felicidade que estou sentindo, ontem ou hoje sei lá, mas já se aproximava das 4hs da manhã, quando concluí minhas pendências e as postagens do “Blog” do SI-Eixo VI. Muito Obrigado!!!

Bora lá!!!

Seguindo em frente, sem parar, pois o Eixo VII, já está acontecendo,  cheiinho de coisas boas e preciso estar, em dia e principalmente manter meu Blog atualizado.

“Muito obrigado Eixo VI”!!!

“Bem vindo Eixo VII”!!!

terça-feira, 1 de maio de 2018

"Dialogicidade"



            Estudos revelam que o diálogo é um elemento relevante e emancipatório que interfere na formação dos sujeitos e na construção de saberes de forma significativa.
Em “A Sombra desta Mangueira”, Paulo Freire, 2000, defende a ideia de que o ser humano precisa falar, ser ouvido e respeitado. É no diálogo que acontecem as descobertas e os saberes. Para ele a comunicação é o fator mais importante na vida do ser humano, e que só acontece se for dialogada, pois através do diálogo, entre o aprendente e o aprendizado que as relações se constituem no indivíduo. Paulo Freire, entende que e a educação é um ato em que ao mesmo tempo é do educador e é do educando, e é nessa relação que pode se estabelecer uma educação libertadora, uma educação problematizadora e humanizada. É nessa relação que é dialética, que o professor na hora que ensina, ele está aprendendo outra vez e o aluno na hora que aprende através das perguntas ele está ensinando ao professor aquilo que ele já sabia, ou que precisa saber mais e até não sabia.
Paulo Freire, entende que aprender é uma descoberta criadora, onde ensinando se aprende e aprendendo se ensina. A educação como prática libertadora, faz com que as pessoas desenvolvam a capacidade de pensar e interagir. Contrapondo-se à educação bancária, que reflete a realidade opressora na medida em que apenas o educador é sujeito, os conteúdos são desconectados da realidade, simplesmente repetidos de maneira mecanicista, evitando o pensar. A educação deve ser feita através da realidade vivida pelo aprendiz, respeitando o repertório do aluno é que se pode chegar a uma visão de mundo critica e transformadora da realidade. Pois o conhecimento todo indivíduo tem e traz consigo através das suas experiências de vida, do trabalho ou do meio onde vive. (Freire, 2000).
Paulo Freire, concebe o homem como um ser de busca, inacabado, ser de relações, um sujeito e não um objeto. Para ele o homem, deve buscar sempre o conhecimento de tudo, que precisa viver e aprender para se completar.
O diálogo entre o professor e o aluno, deve ser uma troca e não um monólogo onde o professor fala e o aluno escuta, o professor precisa estar aberto para entender as pretensões, as dificuldades do aluno para  que haja o reconhecimento das ações.
Ensinar exige curiosidade, o professor deve estimular a curiosidade do estudante, num processo prazeroso mantendo aberto o exercício do raciocínio na busca de construção e reconstrução de novos conhecimentos.
A curiosidade, convida o aluno a imaginação, a intuição as emoções, a capacidade de observar detalhes e expectativas nas relações dos conhecimentos. (Freire, 2000)

“Os regimes  autoritários são inimigos da curiosidade, punem os cidadãos por ela. O poder autoritário é bisbilhoteiro e não curioso, indagador. Já a dialogicidade é cheia de curiosidade, de inquietação. De respeito mútuo entre os sujeitos que dialogam. A dialogicidade supõe maturidade, aventura do espirito, segurança ao perguntar, seriedade na resposta” (em A sombra desta mangueira, Paulo Freire, 2000, pag. 80).

 








Referência

FREIRE, Paulo, São Paulo, 2000. Ed. Olho D’agua. Livro: A Sombra Desta Mangueira.

Multiculturalismo




De acordo com o texto de Vera Candau, a questão multicultural apresenta um destaque e um debate muito grande nos últimos tempos, no mundo em geral.
No continente latino americano, a questão étnica está muito presente devido à diversidade de raças, os grupos indígenas e afrodescendentes sofreram e ainda sofrem discriminação racial descaradamente. No âmbito nacional houve a proposta da reclusão do tema pluralidade cultural no currículo escolar.
A redução do preconceito é uma das características da educação multicultural, desenvolvendo sentimentos, atitudes e relacionamentos positivo com outros grupos sociais.
Na pedagogia da equidade, uma das estratégias dos professores é de implantar o ensino multicultural e promover o ensino cooperativo.
O pré-vestibular para negros e carentes constitui-se uma experiência educacional que busca inserir na universidade, alunos(as) que por conta própria dificilmente teriam acesso, devido a restrições impostas ao qual vem  sofrendo nas suas histórias individuais e sociais.
Algumas medidas de caráter positivo que possam minimizar as desigualdades, é a busca por isenção das taxas para inscrição no vestibular e para concessão de bolsas de estudo para alunos carentes.
A intenção atual é a busca pela integração dos diferentes grupos sociais e culturais, visando à construção de um projeto comum onde às diferenças sejam dialeticamente integradas.
Assistindo o vídeo de Vera Candau, sobre o cotidiano escolar, ela comenta, que é bastante complicado transformar as diferenças em vantagens pedagógicas. O espaço escolar se entende em promover a igualdade e as diferenças, porém a diversidade é vista padronização e a igualdade como homogeneização, ou seja, o “igual” é padronizado e as diferente é problema.
O preconceito e a discriminação estão permeando no cotidiano escolar, é visivelmente às atitudes preconceituosas que inferiorizam deixando de lado algumas crianças da escola.
Vivemos em um país de diferentes culturas. Como educadores precisamos estar cientes e reconhecer, e valorizar o respeito pelas diferenças dos nossos alunos, pois o multiculturalismo não está relacionado  apenas na questão racial, mas também envolve outras questões de gênero, de classe, orientação sexual entre outras.

Referências

CANDAU, Vera Maria Ferreira, Sociedade, cotidiano escolar e Cultura(s): Uma aproximação. texto: http://www.moodle.ufrgs.com.br
Francisca Jéssica Santos Ferreira, disponível em: http://www.brasilescola.com

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Arquitetando conhecimentos





O conhecimento vai se diferenciando do nascimento a vida adulta, pode-se dizer que a pessoa de hoje está construindo e reconstruindo a sua capacidade de conhecer durante toda vida, mas esse processo mais forte ele acontece principalmente do nascimento aos quinze ou dezesseis anos de idade. Isto é, a criança de seis anos, não aprende do mesmo jeito que uma de quatro, uma de quatro não aprende do mesmo jeito que uma de dois, a de dois não aprende do mesmo jeito que uma de um, a de dez não aprende do mesmo jeito que uma de seis, e a de quinze não aprende do mesmo jeito que uma de dez. Quer dizer, o jeito de conhecer e de aprender vai se diferenciando progressivamente, por que a cada dificuldade que o sujeito enfrenta, ele reconstitui  a sua capacidade de aprender e ele diferencia essa capacidade com relação ao que era antes, então nos passamos a vida inteira modificando, por exemplo a capacidade que se tinha no ano passado, a de hoje já está diferenciada do que tinha. Exemplo: quando estamos elaborando um questionamento, passamos a exigir do nosso cérebro uma elaboração que talvez antes não tivesse. Nessa capacidade cognitiva está radicalmente envolvia nossa capacidade emocional, isto significa que quando gostamos do que estamos fazendo, nós conseguimos elaborar muito melhor.
Sabe-se que o conhecimento para se formar, passa por determinadas fases no decorrer da vida dos sujeitos. Para Piaget, a construção do saber é realizada de forma efetiva e contínua, onde esse sistema é alimentado a cada dia com novas informações, vale salientar que a formação da capacidade cognitiva acontece através de transposições e rupturas, estabelecendo estágios de desenvolvimento. A aprendizagem para se tornar completa deve ter oportunidade do aluno em operar diretamente os objetos, experimentando, pesquisando, construindo.


Referências:


terça-feira, 3 de abril de 2018

Identificando "Epistemologias"






Analisando algumas frases, tentando identificar as concepções pedagógicas, psicológicas e epistemológicas que elas revelam; Fernando Becker exemplifica como tais modelos pedagógicos por sua vez são sustentados, cada um deles por determinada epistemologia, e afirma que existem três diferentes formas de representar a relação ensino/aprendizagem, sendo elas:

Primeiro modelo: pedagogia diretiva e seu pressuposto modelo epistemológico-Empirismo: O professor representante do meio social determina o aluno que é tabula rasa frente a cada novo conteúdo. É o chamado fruto da reprodução, a epistemologia do professor, que é a concepção de conhecimento, que tem o professor quando ensina conhecimento. Análises de Becker mostram que estas concepções são do nível de senso comum. Se o professor desconhece a matéria e ele informa para o aluno como se fosse um automatismo qualquer, como é que o aluno pode gostar daquilo que está sendo proposto pra ele. 

Segundo modelo: pedagogia não diretiva e seu pressuposto modelo epistemológico-Apriorismo: A bagagem hereditária, já traz em si programados os instrumentos do conhecimento esperando apenas sua maturação, o professor pensa que ninguém pode transmitir o conhecimento, é o aluno que aprende e acredita que o ser humano nasce com o conhecimento;

Terceiro modelo: pedagogia relacional e seu pressuposto modelo epistemológico-Construtivismo: No desequilíbrio, o sujeito refaz seus instrumentos de assimilação em função da novidade. Esse refazer do sujeito sobre si mesmo é acomodação, daí o sujeito constrói seu conhecimento. O professor acredita que tudo o que o aluno construiu até hoje, em sua vida, serve de patamar para continuar a construir o novo conhecimento.

Penso, enquanto educadores, que precisamos estar superdotados de conhecimentos para levar estmulos para nossos alunos a segurança de ele pode construir e reconstruir cada vez mais. O jeito de conhecer e aprender vai se diferenciando progressivamente, por que a cada dificuldade que o sujeito enfrenta, ele reconstitui a sua capacidade de aprender e ele diferencia essa capacidade com relação ao que era antes;


Referencias: 




segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018




Seleção de Monitores 2018/1 - seg 26 fev 2018 19:00 - 22:00 (BRT) 


Estou muito contente em participar da Seleção de Monitoria 2018/1
Tenho muitas expectativas, assim como eu, sei que tem muitas colegas que enfrentam dificuldades para lidar com o mundo digital, sou curiosa e busco meios como forma de sair da zona de conforto. Estou a disposição para auxilar as colegas em suas dificuldades que possam necessitar.