segunda-feira, 23 de novembro de 2020
Põe Fé que já é...
Participar do Fórum "O QUE É CIÊNCIAS"
O que é Ciências? Por que estudar ciências na escola?
Ciências, essa
interdisciplina nos trouxe a lembranças esquecidas ao longo das nossas vidas.
Quando éramos criança, observávamos a natureza e como os insetos trabalhavam,
levantávamos muitas hipóteses sobre como tudo funcionava. Percebo quando estou
em frente a uma turma e começo a falar algo sobre Ciências o quanto os alunos
gostam de escutar sobre as descobertas que os cientistas encontraram, e como os
químicos conseguem realizar alguns feitos.
Imaginem uma turminha
de segundo ano observar através de um microscópio a parede celular de uma
cebola. Ou verificar que existem milhões de pequenos organismos em coleta de
água de poças paradas. Se um adulto como eu fiquei muito feliz nas pequenas
amostras realizadas na aula presencial, imagina uma criança de educação
infantil ou séries iniciais.
Trabalhar com Ciência é
muito tranquilo, pois tudo envolve as ciências, desde nosso corpo e se
estendendo a tudo que nos cerca. Fazer pequenos experimentos com eles é muito
prazeroso, e a criança começa a despertar a observação e tudo deverá ser
registrado para depois ser comparado com os colegas ou pesquisas
bibliográficas. E Becker (2013), diz em muitos de seus discursos que devemos
ter mais laboratórios do que auditórios se referindo a “sala de aula”.
E pensando em sala de
aula como é extremamente chato e irritante para os alunos de hoje permanecerem
durante quatro horas sentados, enfileirados, em silêncio, copiando do quadro ou
de livros textos. Respondendo questionamentos onde as respostas devem ser
idênticas as que têm nos livros. Assim, parecendo que o aluno não sabe pensar.
E quando falamos de
ciências para eles seus olhos brilham, pois ainda encontramos professores que
não gostam de mudar sua maneira de lecionar, e trabalhar ciências ou em
laboratórios isso trás desconforto, pois sai da zona de conforto desses
professores. Nas aulas de Ciências, os alunos começam a pensar, e perguntar, e
como será que esse professor que não é adepto ao novo vai poder trabalhar?
Nesse meu texto trago
muitas perguntas e levanto algumas provocações, pois a gente tem que se abrir
para o novo sempre, se jogar, mudar, modificar nosso modo de ver a educação.
Nossos alunos são diferentes, eles podem acessar vários coisas ao mesmo tempo,
então deixar a sala de aula o mais
atrativa é a solução. E não precisamos de muito, precisamos é ter coragem.
Se não souber naquele exato momento alguma resposta, não sentir vergonha pois somos seres humanos, não computadores cheio de saberes. Saber dizer, no momento eu não sei, mas vou pesquisar e trazer a respostas a sua dúvida é bem bonito de se dizer, pois não somos fonte de saber infinitos.
SI IV - Representação do mundo pelas ciências Naturais
Postado em: 27/03/2017
Postado por Rosângela Farias às 07:28
sábado, 21 de novembro de 2020
“Linha do tempo – tecnologias na escola”
“Linha do tempo –
tecnologias na escola”
Refletindo esta
postagem, realizamos um trabalho em grupo no PEAD, onde precisamos retroceder um
pouco no tempo, para lembrarmos por quantas coisas vivemos em nossas vidas, e
nos darmos conta do avanço das tecnologias no mundo hoje.
Portanto, muitas
pessoas não se dão conta que precisam evoluir também, buscar informações,
treinamentos, praticar, ir atrás. Pois, o tempo não para e tudo está a nossa
disposição, é claro que muito depende ainda da situação econômica, mas os
filhos, as crianças, os jovens, não deixam de levar a informação para seus
lares.
Recentemente realizei
meu estagio curricular obrigatório com uma turma de 2º ano do ensino
fundamental. Encontrei uma escola, com ótima estrutura, muito bem equipada, com
Laboratório de Informática, sala de vídeo, Biblioteca com tela plana digital,
internet fluindo muito bem. No entanto, estes locais, se encontravam trancados,
chaveados, colegas não demonstravam o mínimo interesse em pelo menos levar seus
alunos para conhecerem estes espaços.
Logo que cheguei à
escola, encontrei uma supervisora que fez questão de me mostrar estes espaços.
Logo, combinei com ela que gostaria de realizar trabalhos com a minha turma,
então ela me respondeu, que ótimo, pode sim, por que as professoras daqui tem
medo de lavarem seus alunos, acham que eles não têm modos para tal. Tive o
privilégio de fazer trabalhar com meus alunos e de fazer uso de todos os
espaços que a escola dispunha. Foi um trabalho maravilhoso, pena que as
crianças comentavam com os coleguinhas na hora do recreio, e eles vinham pedir
para eu conversar com as profes. deles para que fizessem o mesmo. Mal sabem
eles, que muitas delas me tacharam de “louca”, em levar 25 crianças de uma vez
só no Laboratório de Informática, dizendo-me, eles vão quebrar tudo, não sei
como a escola tem coragem de deixar uma estagiária fazer isso. Foi uma experiência
maravilhosa, pois os alunos que não sabiam ler, me surpreenderam com suas
habilidades no youtube. Realizei um trabalho com a Pedagogia de Projetos, e deu
muito certo.
SI
VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação
Publicado em:
05/08/2018
Uso das Tecnologias
“Linha do tempo – tecnologias na escola”
Refletindo esta
postagem, realizamos um trabalho em grupo no PEAD, onde precisamos retroceder um
pouco no tempo, para lembrarmos por quantas coisas vivemos em nossas vidas, e
nos darmos conta do avanço das tecnologias no mundo hoje.
Portanto, muitas
pessoas não se dão conta que precisam evoluir também, buscar informações,
treinamentos, praticar, ir atrás. Pois, o tempo não para e tudo está a nossa
disposição, é claro que muito depende ainda da situação econômica, mas os
filhos, as crianças, os jovens, não deixam de levar a informação para seus
lares.
Recentemente realizei
meu estagio curricular obrigatório com uma turma de 2º ano do ensino
fundamental. Encontrei uma escola, com ótima estrutura, muito bem equipada, com
Laboratório de Informática, sala de vídeo, Biblioteca com tela plana digital,
internet fluindo muito bem. No entanto, estes locais, se encontravam trancados,
chaveados, colegas não demonstravam o mínimo interesse em pelo menos levar seus
alunos para conhecerem estes espaços.
Logo que cheguei à
escola, encontrei uma supervisora que fez questão de me mostrar estes espaços.
Logo, combinei com ela que gostaria de realizar trabalhos com a minha turma,
então ela me respondeu, que ótimo, pode sim, por que as professoras daqui tem
medo de lavarem seus alunos, acham que eles não têm modos para tal. Tive o
privilégio de fazer trabalhar com meus alunos e de fazer uso de todos os
espaços que a escola dispunha. Foi um trabalho maravilhoso, pena que as
crianças comentavam com os coleguinhas na hora do recreio, e eles vinham pedir
para eu conversar com as profes. deles para que fizessem o mesmo. Mal sabem
eles, que muitas delas me tacharam de “louca”, em levar 25 crianças de uma vez
só no Laboratório de Informática, dizendo-me, eles vão quebrar tudo, não sei
como a escola tem coragem de deixar uma estagiária fazer isso. Foi uma experiência
maravilhosa, pois os alunos que não sabiam ler, me surpreenderam com suas
habilidades no youtube. Realizei um trabalho com a Pedagogia de Projetos, e deu
muito certo.
SI
VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação
Publicado em:
05/08/2018
Paulo Freire, e a leitura de mundo
Refletindo sobre esta postagem, tinha muita curiosidade
de entender como era o método de alfabetização do Paulo Freire. Fiquei
impressionada com a forma como ela era desenvolvida e aplicada aos adultos.
Assistindo aos vídeos de experiências de alguns professores, parece não ser
muito fácil não. Lembro-me que fiquei fascinada para realizar meu estágio curricular,
em uma escola da EJA, mas não consegui, encontrei professores bastante
resistentes, com medo de seus alunos desistirem dos estudos, por que entraria
alguém novo para dar aulas a eles. Segundo informações que recebi de um
professor, que eles não se sentem muito a vontade com novos professores, sentindo-se
intimidados. Mas confesso que fiquei bastante interessada em trabalhar com
eles.
Mas uma das coisas que me chamou a atenção é a forma como
Freire, fala sobre a amorosidade que precisa ter com seus alunos, sobre a
dialogicidade constante no contato com o grupo. Sendo ele, contra a pedagogia
do silêncio, do aluno não ter voz para falar. Para ele, “a educação não se faz
no silêncio” (FREIRE, 2010, p. 345)
Para mim, ele estava muito certo sobre isso, pois a
comunicação é tudo, ainda mais vinda de adultos que vieram de tantas
dificuldades na vida, motivos que os fizeram desistirem de estudar, ou muitos
nem tiveram a chance para isso. Demos a eles, nós educadores a chance a eles,
para não perdê-los novamente,
Publicado em:
05/08/2018 - SI VII - Didática
https://www.blogger.com/blog/post/edit/2010689865603307937/9128092815279010763
Plano de Trabalho Docente
É um documento que registra o que se
pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer e com quem fazer; é um
norte para as ações educacionais; é a formalização dos diferentes momentos do
processo de planejamento. É a apresentação sistematizada e justificada das
decisões tomadas. Através
de pesquisas e estudos, abordam os conteúdos em três categorias que são: os
conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais que estão veiculados, com
os quatro pilares da educação: Aprender a conhecer o quê? Aprender a fazer o
quê? Aprender a viver juntos para quê? Aprender a ser por quê? (ZABALA, 1998, p.42-48).
Considero importante planejar,
preparar, organizar, preparar um bom plano. Pois a partir dele temos um norte a
seguir.
Porém, antes de tudo, é preciso conhecer
os alunos o qual irá trabalhar saber o que eles querem o que precisam saber,
quais são suas ideias, o que eles querem saber, ouvi-los antes de tudo.
Muitas vezes, levamos horas
planejando, preparando aulas, às vezes escolhemos um tema e viajamos em
pesquisas, escolhendo o melhor, de acordo com a faixa etária, da série em que
eles estão. Então, você chega à turma, apresenta seu trabalho a eles e nada
daquilo que você preparou, levou horas construindo, desperta interesse nos seus
alunos.
Minha sugestão, antes de iniciar
qualquer que seja o seu planejamento, é que tenha um bom diálogo, reúna seus
alunos, escute o que eles gostam o que eles querem. Experimente trabalhar com projeto pedagógico. Pois além de você
estar trabalhando os conteúdos principais da educação, conceituais,
procedimentais e atitudinais, também estarão trabalhando a interdisciplinaridade.
Tive uma experiência com essa metodologia, que obtive resultados
surpreendentes.
Reefências:
SEED.
Diretrizes Curriculares de História para a Educação Básica. Curitiba: MEMVAVMEM
Editora, 2006. Disponível em: < https://slideplayer.com.br/slide/324036/>
Interdisciplina:
Didática – publicado em 16/07/2018 -Seminário Integrador VII
https://www.blogger.com/blog/post/edit/2010689865603307937/755640442094232565?hl=pt-BR
terça-feira, 17 de novembro de 2020
"As Meninas do Quarto 28".
Relembrando sobre uma da minha primeira postagem no Blogger, no inicio da minha caminhada no Curso do PEAD, em que fui muito bem recebida pelas professoras Rosane e Mariângela no prédio da FACED/UFRGS. Após ter tido uma bela explanação sobre a forma como se daria o Curso, através do uso das plataformas, do moodle, do Blogger, do PBworks. Aprendi a criar o Blogger com a profª. Mariângela e realizei a primeira postagem, anotei todo passo a passo, por que logo, deveria postar alguma coisa. Jamais havia ouvido falar sobre estes recursos, parecia que estavam falando grego comigo, pois eu tinha apenas o curso básico de informática.
Na saída do prédio me deparei com uma exposição no Museu da UFRGS. Lembrei-me da aula que havia assistido na Interdisciplina de Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, uma das atividades solicitada era relatar sobre uma visita a um museu, teatro, cinema, ou, outros. Como estava chovendo muito, adentrei ao Museu, e me deparei com uma exposição sobre “As meninas do quarto 28”. Registrei tudo o que pude com o meu celular, assisti relatos de experiências, tive uma aula de história sobre o sofrimento pela qual aquelas pessoas haviam passado, durante o período do “holocausto" nazista. Chegando a minha casa, ainda tomada pela emoção, transcrevi tudo para o meu Blogger, a minha primeira postagem sozinha, contando em detalhes tudo o que eu vi naquela exposição. Confesso que precisei pedir ajuda ao tutor Glauber para depositar as imagens. Mas foi uma experiência muito gratificante. Pois me senti muito a vontade em realizar algo que nunca havia feito, como foi o uso dessa plataforma tão maravilhosa, que hoje posso rever e desfrutar com emoção sobre essas recordações. Já estou sentindo saudades de tudo e de todos do PEAD.
Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica: SI - II
Publicado em fevereiro/2016

