segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Põe Fé que já é...





Dessa forma, apoiávamos, umas nas outras, união,  harmonia, alegrias. Dividíamos saberes, experiências, tristezas, desabafos, apoios, entre outros. PEAD, que saudades de ti.
Põe Fé que já é...
Volta às aulas no PEAD - Eixo III!


Fomos recepcionados pelos coordenadores do curso com um vídeo de (Arnaldo Antunes), onde a mensagem expressa diversidade entre as pessoas.
Os coordenadores nos propuseram uma atividade em dividir a turma em grupos, e cada um escrever ou expressar de alguma forma o que desejaria para seus colegas para o reinicio das aulas.
A ideia do nosso grupo foi que através da união das nossas mãos, desejar tudo de muito bom para todos os colegas e o grupo do PEAD, um bom retorno com muita força de vontade para nossa nova retomada aos estudos tão desejados.


Seja muito bem vindo PEAD – Eixo – III/2016.
Agora é!!!




Participar do Fórum "O QUE É CIÊNCIAS"

O que é Ciências? Por que estudar ciências na escola?

Ciências, essa interdisciplina nos trouxe a lembranças esquecidas ao longo das nossas vidas. Quando éramos criança, observávamos a natureza e como os insetos trabalhavam, levantávamos muitas hipóteses sobre como tudo funcionava. Percebo quando estou em frente a uma turma e começo a falar algo sobre Ciências o quanto os alunos gostam de escutar sobre as descobertas que os cientistas encontraram, e como os químicos conseguem realizar alguns feitos.

Imaginem uma turminha de segundo ano observar através de um microscópio a parede celular de uma cebola. Ou verificar que existem milhões de pequenos organismos em coleta de água de poças paradas. Se um adulto como eu fiquei muito feliz nas pequenas amostras realizadas na aula presencial, imagina uma criança de educação infantil ou séries iniciais.

Trabalhar com Ciência é muito tranquilo, pois tudo envolve as ciências, desde nosso corpo e se estendendo a tudo que nos cerca. Fazer pequenos experimentos com eles é muito prazeroso, e a criança começa a despertar a observação e tudo deverá ser registrado para depois ser comparado com os colegas ou pesquisas bibliográficas. E Becker (2013), diz em muitos de seus discursos que devemos ter mais laboratórios do que auditórios se referindo a “sala de aula”.

E pensando em sala de aula como é extremamente chato e irritante para os alunos de hoje permanecerem durante quatro horas sentados, enfileirados, em silêncio, copiando do quadro ou de livros textos. Respondendo questionamentos onde as respostas devem ser idênticas as que têm nos livros. Assim, parecendo que o aluno não sabe pensar.

E quando falamos de ciências para eles seus olhos brilham, pois ainda encontramos professores que não gostam de mudar sua maneira de lecionar, e trabalhar ciências ou em laboratórios isso trás desconforto, pois sai da zona de conforto desses professores. Nas aulas de Ciências, os alunos começam a pensar, e perguntar, e como será que esse professor que não é adepto ao novo vai poder trabalhar?

Nesse meu texto trago muitas perguntas e levanto algumas provocações, pois a gente tem que se abrir para o novo sempre, se jogar, mudar, modificar nosso modo de ver a educação. Nossos alunos são diferentes, eles podem acessar vários coisas ao mesmo tempo, então deixar a sala de aula o  mais atrativa é a solução. E não precisamos de muito, precisamos é ter coragem.

Se não souber naquele exato momento alguma resposta, não sentir vergonha pois somos seres humanos, não computadores cheio de saberes. Saber dizer, no momento eu não sei, mas vou pesquisar e trazer a respostas a sua dúvida é bem bonito de se dizer, pois não somos fonte de saber infinitos. 

SI IV - Representação do mundo pelas ciências  Naturais

Postado em: 27/03/2017


sábado, 21 de novembro de 2020

“Linha do tempo – tecnologias na escola”

 

“Linha do tempo – tecnologias na escola”

 

Refletindo esta postagem, realizamos um trabalho em grupo no PEAD, onde precisamos retroceder um pouco no tempo, para lembrarmos por quantas coisas vivemos em nossas vidas, e nos darmos conta do avanço das tecnologias no mundo hoje.

Portanto, muitas pessoas não se dão conta que precisam evoluir também, buscar informações, treinamentos, praticar, ir atrás. Pois, o tempo não para e tudo está a nossa disposição, é claro que muito depende ainda da situação econômica, mas os filhos, as crianças, os jovens, não deixam de levar a informação para seus lares.

Recentemente realizei meu estagio curricular obrigatório com uma turma de 2º ano do ensino fundamental. Encontrei uma escola, com ótima estrutura, muito bem equipada, com Laboratório de Informática, sala de vídeo, Biblioteca com tela plana digital, internet fluindo muito bem. No entanto, estes locais, se encontravam trancados, chaveados, colegas não demonstravam o mínimo interesse em pelo menos levar seus alunos para conhecerem estes espaços.

Logo que cheguei à escola, encontrei uma supervisora que fez questão de me mostrar estes espaços. Logo, combinei com ela que gostaria de realizar trabalhos com a minha turma, então ela me respondeu, que ótimo, pode sim, por que as professoras daqui tem medo de lavarem seus alunos, acham que eles não têm modos para tal. Tive o privilégio de fazer trabalhar com meus alunos e de fazer uso de todos os espaços que a escola dispunha. Foi um trabalho maravilhoso, pena que as crianças comentavam com os coleguinhas na hora do recreio, e eles vinham pedir para eu conversar com as profes. deles para que fizessem o mesmo. Mal sabem eles, que muitas delas me tacharam de “louca”, em levar 25 crianças de uma vez só no Laboratório de Informática, dizendo-me, eles vão quebrar tudo, não sei como a escola tem coragem de deixar uma estagiária fazer isso. Foi uma experiência maravilhosa, pois os alunos que não sabiam ler, me surpreenderam com suas habilidades no youtube. Realizei um trabalho com a Pedagogia de Projetos, e deu muito certo.

 

SI VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação

Publicado em: 05/08/2018

Uso das Tecnologias

 

“Linha do tempo – tecnologias na escola”

 

Refletindo esta postagem, realizamos um trabalho em grupo no PEAD, onde precisamos retroceder um pouco no tempo, para lembrarmos por quantas coisas vivemos em nossas vidas, e nos darmos conta do avanço das tecnologias no mundo hoje.

Portanto, muitas pessoas não se dão conta que precisam evoluir também, buscar informações, treinamentos, praticar, ir atrás. Pois, o tempo não para e tudo está a nossa disposição, é claro que muito depende ainda da situação econômica, mas os filhos, as crianças, os jovens, não deixam de levar a informação para seus lares.

Recentemente realizei meu estagio curricular obrigatório com uma turma de 2º ano do ensino fundamental. Encontrei uma escola, com ótima estrutura, muito bem equipada, com Laboratório de Informática, sala de vídeo, Biblioteca com tela plana digital, internet fluindo muito bem. No entanto, estes locais, se encontravam trancados, chaveados, colegas não demonstravam o mínimo interesse em pelo menos levar seus alunos para conhecerem estes espaços.

Logo que cheguei à escola, encontrei uma supervisora que fez questão de me mostrar estes espaços. Logo, combinei com ela que gostaria de realizar trabalhos com a minha turma, então ela me respondeu, que ótimo, pode sim, por que as professoras daqui tem medo de lavarem seus alunos, acham que eles não têm modos para tal. Tive o privilégio de fazer trabalhar com meus alunos e de fazer uso de todos os espaços que a escola dispunha. Foi um trabalho maravilhoso, pena que as crianças comentavam com os coleguinhas na hora do recreio, e eles vinham pedir para eu conversar com as profes. deles para que fizessem o mesmo. Mal sabem eles, que muitas delas me tacharam de “louca”, em levar 25 crianças de uma vez só no Laboratório de Informática, dizendo-me, eles vão quebrar tudo, não sei como a escola tem coragem de deixar uma estagiária fazer isso. Foi uma experiência maravilhosa, pois os alunos que não sabiam ler, me surpreenderam com suas habilidades no youtube. Realizei um trabalho com a Pedagogia de Projetos, e deu muito certo.

 

SI VII Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação

Publicado em: 05/08/2018

 

Paulo Freire,  e a leitura de mundo

 

            Refletindo sobre esta postagem, tinha muita curiosidade de entender como era o método de alfabetização do Paulo Freire. Fiquei impressionada com a forma como ela era desenvolvida e aplicada aos adultos. Assistindo aos vídeos de experiências de alguns professores, parece não ser muito fácil não. Lembro-me que fiquei fascinada para realizar meu estágio curricular, em uma escola da EJA, mas não consegui, encontrei professores bastante resistentes, com medo de seus alunos desistirem dos estudos, por que entraria alguém novo para dar aulas a eles. Segundo informações que recebi de um professor, que eles não se sentem muito a vontade com novos professores, sentindo-se intimidados. Mas confesso que fiquei bastante interessada em trabalhar com eles.

            Mas uma das coisas que me chamou a atenção é a forma como Freire, fala sobre a amorosidade que precisa ter com seus alunos, sobre a dialogicidade constante no contato com o grupo. Sendo ele, contra a pedagogia do silêncio, do aluno não ter voz para falar. Para ele, “a educação não se faz no silêncio” (FREIRE, 2010, p. 345)

            Para mim, ele estava muito certo sobre isso, pois a comunicação é tudo, ainda mais vinda de adultos que vieram de tantas dificuldades na vida, motivos que os fizeram desistirem de estudar, ou muitos nem tiveram a chance para isso. Demos a eles, nós educadores a chance a eles, para não perdê-los novamente,

 

Publicado em: 05/08/2018 -  SI VII - Didática

https://www.blogger.com/blog/post/edit/2010689865603307937/9128092815279010763

 

Plano de Trabalho Docente

            É um documento que registra o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer e com quem fazer; é um norte para as ações educacionais; é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejamento. É a apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas. Através de pesquisas e estudos, abordam os conteúdos em três categorias que são: os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais que estão veiculados, com os quatro pilares da educação: Aprender a conhecer o quê? Aprender a fazer o quê? Aprender a viver juntos para quê? Aprender a ser por quê? (ZABALA, 1998, p.42-48).

           Lembro-me, quando precisei preparar um plano de aula para a atividade da interdiscilpna de Didática, e não foi muito fácil não.

            Considero importante planejar, preparar, organizar, preparar um bom plano. Pois a partir dele temos um norte a seguir.

            Porém, antes de tudo, é preciso conhecer os alunos o qual irá trabalhar saber o que eles querem o que precisam saber, quais são suas ideias, o que eles querem saber, ouvi-los antes de tudo.

            Muitas vezes, levamos horas planejando, preparando aulas, às vezes escolhemos um tema e viajamos em pesquisas, escolhendo o melhor, de acordo com a faixa etária, da série em que eles estão. Então, você chega à turma, apresenta seu trabalho a eles e nada daquilo que você preparou, levou horas construindo, desperta interesse nos seus alunos.

            Minha sugestão, antes de iniciar qualquer que seja o seu planejamento, é que tenha um bom diálogo, reúna seus alunos, escute o que eles gostam o que eles querem.    Experimente trabalhar com projeto pedagógico. Pois além de você estar trabalhando os conteúdos principais da educação, conceituais, procedimentais e atitudinais, também estarão trabalhando a interdisciplinaridade. Tive uma experiência com essa metodologia, que obtive resultados surpreendentes.

 

Reefências:

SEED. Diretrizes Curriculares de História para a Educação Básica. Curitiba: MEMVAVMEM Editora, 2006. Disponível em: < https://slideplayer.com.br/slide/324036/>

 

Interdisciplina: Didática – publicado em 16/07/2018 -Seminário Integrador VII

https://www.blogger.com/blog/post/edit/2010689865603307937/755640442094232565?hl=pt-BR

terça-feira, 17 de novembro de 2020

"As Meninas do Quarto 28".

           Relembrando sobre uma da minha primeira postagem no Blogger, no inicio da minha caminhada no Curso do PEAD, em que fui muito bem recebida pelas professoras Rosane e Mariângela no prédio da FACED/UFRGS. Após ter tido uma bela explanação sobre a forma como se daria o Curso, através do uso das plataformas, do moodle, do Blogger, do PBworks. Aprendi a criar o Blogger com a profª. Mariângela e realizei a primeira postagem, anotei todo passo a passo, por que logo, deveria postar alguma coisa. Jamais havia ouvido falar sobre estes recursos, parecia que estavam falando grego comigo, pois eu tinha apenas o curso básico de informática.

            Na saída do prédio me deparei com uma exposição no Museu da UFRGS. Lembrei-me da aula que havia assistido na Interdisciplina de Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, uma das atividades solicitada era relatar sobre uma visita a um museu, teatro, cinema, ou, outros. Como estava chovendo muito, adentrei ao Museu, e me deparei com uma exposição sobre “As meninas do quarto 28”. Registrei tudo o que pude com o meu celular, assisti relatos de experiências, tive uma aula de história sobre o sofrimento pela qual aquelas pessoas haviam passado, durante o período do “holocausto" nazista. Chegando a minha casa, ainda tomada pela emoção, transcrevi tudo para o meu Blogger, a minha primeira postagem sozinha, contando em detalhes tudo o que eu vi naquela exposição. Confesso que precisei pedir ajuda ao tutor Glauber para depositar as imagens. Mas foi uma experiência muito gratificante. Pois me senti muito a vontade em realizar algo que nunca havia feito, como foi o uso dessa plataforma tão maravilhosa, que hoje posso rever e desfrutar com emoção sobre essas recordações. Já estou sentindo saudades de tudo e de todos do PEAD. 

Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica: SI - II

Publicado em fevereiro/2016