Aprendi que: “Surdo” não é mudo, o surdo-mudo é uma denominação antiga atribuída ao surdo,
Deficiente auditivo é aquele que não participa de associações e não sabe LIBRAS;
O surdo é aquele que tem a LIBRAS como sua língua, e como forma de comunicação;
LIBRAS a Língua Brasileira de Sinais, está ligada a “Comunidade Surda”;
Os surdos tem uma comunidade que compreende uma parte das pessoas surdas, não aquelas que ficam surdas depois de adultos e continuam a fazer parte da comunidade ouvinte;
Existem pessoas surdas que se dizem deficientes auditivos e tentam falar e viver como se fossem ouvintes;
Tem pessoas, que crescem surdas e encontram na linguagem gestual e na comunidade surda sua forma de comunicação e convivência natural;
Encontra-se na comunidade a condição plena e suficiente para desenvolver todos os seus potenciais, sem perda de sua dignidade e autoestima;
É desejo dos surdos que as escolas respeitem a língua e a cultura surda e os preparem para o mercado de trabalho e meio social, e o fim da política de inclusão-integração de (trata o surdo como deficiente).
“Propor o fim da política de inclusão-integração escolar, pois ela trata o surdo como deficiente e, por outro lado, leva ao fechamento de escolas de surdos e/ou ao abandono do processo educacional pelo aluno surdo”.
terça-feira, 30 de maio de 2017
DESENVOLVIMENTO ATRAVÉS DO JOGO 1: NOSSAS
RECORDAÇÕES
sexta, 22 Jul 2016, 17:58
Recordar minha infância é coisa muito linda, essa Foto que
destaco, lembra-me muito minhas brincadeiras de banho de chuva, pega-pega,
policia ladrão, mãe d’água – utilizávamos o meio da via pública para brincar
até tarde na noite, principalmente nas noites quentes, enquanto nossos pais
ficavam jogando conversa fora assistindo nossa diversão, brincava de roda
cantada, jogos de bolitas, taco-bola, subir em árvores, brincar de bonecas,
casinha, construindo brinquedos com sucata.
Hoje, vejo as crianças brincarem apenas nas escolas, ou
trancafiadas dentro de suas casas brincando sozinhas, ou na frente da
televisão, ou do computador,
Saudades da minha época onde não se tinha medo!' medo de
extrapolar, viver, sair na rua, ser feliz!
A importância do Brincar...
Os Especialistas,
explicam da importância que tem a relação da mãe com o bebê desde o seu
nascimento até os primeiros meses de vida; (refletirá no resto da sua vida);
Segundo pesquisadores,
Wallon, Piaget e Vygotsky teóricos, afirmam que o brincar se dá através do
ambiente, e que com as formas de brincar, a criança se expressa e se relaciona
com a cultura, tendo uma contribuição para a sua formação social e intelectual,
transformando o jogo e a brincadeira, em algo fundamental para o seu
desenvolvimento;
Por meio da brincadeira:
o jogo simbólico, o faz de conta, entre outros, ocorre somente porque a criança
quer, por vontade própria, por estar na brincadeira".
"A criança, não
brinca para aprender alguma coisa, ela brinca porque quer brincar".
Para mim, brincar é importante
porque é onde a criança se expressa sem medo, usa sua criatividade sem se
preocupar com o que o outro vai pensar, se liberta, grita, ri, vive, se
apaixona e quer repetir aquele momento novamente. A criança quando brinca com
outras crianças, ela se torna independente, ela decide o que ela quer fazer
naquele momento, ninguém decide por ela. Acho importante essa fase da vida,
brincar é alegria,e trás felicidade.
terça-feira, 28 de março de 2017
Disciplina de Ciências Naturais/ufrgs/pead/eixo IV
Os Estudos de Ciências
Naturais - Pead - Eixo IV,
"Boas Recordações".
Através dessa disciplina, recordei de um
projeto que desenvolvi com os alunos do 2º ano do ensino fundamental, no meu
período de estágio no magistério.
Essa atividade me rendeu bons frutos, pois
através dela, construímos um "Terrário"
na sala de aula, e tivemos a
oportunidade de visitar o Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS.
“O Universo dos Animais e das Plantas”
O ser humano, os outros
animais e as plantas provocam bastante interesse e curiosidade nas crianças, Ex.:
Por que a lagartixa não cai do teto? Porque algumas flores exalam perfume e
outras não? É importante garantir que a curiosidade da criança seja
explorada para a construção destes conhecimentos, criando momentos em que
ela possa expressar suas opiniões, levantar e checar hipóteses, a fim de
estabelecer relações entre os seres vivos e o meio ambiente, valorizando e respeitando
a vida.
Objetivo
Geral: “Compreender a
necessidade de se ter atitudes de respeito e conservação
para a preservação das espécies”.
Este terrário foi observado e cuidado dia após dia pelas crianças que
juntas discutiam sobre o desenvolvimento das plantas, pois o plantio foi
utilizado seres vivos, como: minhocas, joaninhas, entre outros, despertando
assim a curiosidade “será que os meus bichinhos não sufocaram com a terra e
assim por diante”. As crianças cuidaram das suas plantas, e questionavam até o
final do semestre até o momento presente.
As experiências oportunizaram uma excelente motivação para as
aprendizagens dos alunos, aproximando-se de vivencias concretas do nosso
cotidiano.



REFERÊNCIAS
ufrgs/pead/eIXOIV/EDUAD072 – REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELAS CIÊNCIAS NATURAIS- A
EEEF IMPERATRIZ LEOPOLDINA/PROFª ROSÂNGELA ARIAS/PROJETO/CIÊNCIAS/PORTAS ABERTAS/PUC/RS2013.
MUSEU DE CIENCIAS E TECNOLOGIA DA PUCRS.
segunda-feira, 27 de março de 2017
Participar do Fórum "O que é
ciências", postando as respostas dadas na aula presencial para as duas
questões:
O QUE É CIÊNCIAS?
Ciências é o conhecimento científico adquirido através do estudo ou da
prática que ajuda a compreender o mundo e suas transformações;
Por que estudar ciências na escola?
O estudo de
Ciências incentiva a criança a usar a observação, a imaginação e a capacidade
de elaborar hipóteses para depois relatar o que viu e imaginou e ainda ir atrás
de informações que lhe permitam achar respostas.
CIÊNCIAS
ajudam a desenvolver o raciocínio critico e o pensamento lógico, assim com a
capacidade intelectual, ao experimentar o aluno analisa os acontecimentos e
realiza conclusões de fato. Faz relações com o meio em que vive.
Foto-Museu-pucrs/Visita com escola/estágio
REFERENCIAS
UFRGS?PEAD?EIXO
IV/EDUAD072 – REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELAS CIÊNCIAS NATURAIS-A
SCOTTINI, Dicionário Escolar de Língua Portuguesa/compilado por
Alfredo Scottini – Blumenau/ SC.: Todo livro Editora. 2009.
Museu de Ciencias e Tecnologia da PUCRS/Visita com escola/estágio
Estudos Sociais
Ainda, sobre "pertencer ao espaço
escolar", fomos convidados pela disciplina de Estudos Sociais - PEAD/Eixo IV/2016,
a fotografar (ou representar de outra forma) esse pertencimento.
“Como a criança desenvolve noções de
espaço e tempo”
Ao explorar objetos e ambientes variados,
a criança vai montando uma representação do espaço e aprende a se orientar por
pontos de referência.
Multifacetado, a noção de
espaço é, desse modo, um processo de amadurecimento que pode ser favorecido por
professores e pais;
Por
exemplo: Construir uma cidade, na sala de aula, utilizando sucatas e outros
materiais gráficos, pode ser uma ótima opção para trabalhar os conceitos
relativos à noção espacial. Quanto maiores forem às estruturas montadas,
melhores serão utilizadas com os alunos, que devem ajudar na montagem. Como
complemento, os alunos poderão trazer bonecos e carrinhos, para movimentá-los
na cidade, seguindo as orientações do professor e/ou colegas, que darão
indicações do tipo “vire à direita”, “siga em frente”, “pegue a rua de cima”
etc. Em outro momento, os alunos podem se direcionar por conta própria, mas
terá que verbalizar, da mesma forma, o que estão fazendo.
A criança constrói a noção de tempo através da percepção
que os eventos acontecem em uma sequência e que para a sequência há uma
duração, portanto quanto mais utilizarmos exemplos concretos, mais fácil ficará
para a criança elaborar essas noções.
Através do calendário, temos a indicação dos dias da semana e
meses do ano.
O calendário é
importante por que nos ajuda a organizar as atividades que temos que realizar
ao longo dos dias e dos meses do ano, nos orienta sobre quais serão os feriados
do ano, o dia que começa as férias, o retorno às aulas e ajuda saber quanto tempo falta para o dia do seu aniversário.
Como forma de representação espacial, utilizei a
apresentação do meu sobrinho Gabriel, que tem 8 (oito) anos de idade, na
disciplina de Ciências Naturais, o Tema era: “Como conservar a Natureza e de
que forma poderíamos viver num mundo sem poluição”. Construindo uma “Maquete”.
REFERENCIAS:
UFRGS/PEAD/Eixo IV- Estudos Sociais/2016-Semana/2:pertencimento
ao espaço escolar
Fotos do Gabriel (meu sobrinho)
"Pertencimento ao Espaço
Escolar"
A partir do texto de Nadai Elza, já em seu primeiro
enunciado, logo, lembrei-me da minha adolescência, que assistir às aulas na
disciplina de História, era muito desgastante.
Muitas eram as dúvidas, com pouco espaço para argumentação, lembro-me de
respostas evasivas como: "É assim, por que foi assim e ponto".
Até a figura professora de história já me trazia certo desconforto
A autora comenta sobre o esgotamento do modelo de ensino da História
atualmente, pois há um grande desinteresse por parte dos alunos, visto que
muitas vezes temos um ensino pronto, com decoreba de datas e acontecimentos
históricos como se a História estivesse pronta e acabada.
Já no texto de CASTROGIOVANNI, Antônio; COSTELLA, Os autores apresentam conceitos do ensino da Geografia
à partir da Cartografia, como “a ciência que instrumentaliza os sujeitos a
lerem o mundo de forma mais complexa”.
Sendo fundamental para o desenvolvimento das
habilidades de reconhecimento desse espaço (lateralidade, percepção de imagem
em diversos pontos de vista, relações de distância, interlocução de
quadros paisagísticos, ordenamento de pontos de referência, etc.).
Penso na importância, deste ensino, sobre a
construção da Alfabetização Cartográfica, e que através dela surgem, questionamentos que instiguem a curiosidade
dos alunos, contribuindo para a construção do saber da ciência.
Percebo ainda, da necessidade dos educadores estabelecerem
novas pesquisas, para tornar suas aulas mais atrativas. Criando formas de
atrair o aluno, a sentir o desejo pelos estudos.
Penso
que, partindo de um consenso, sobre regras de ensino, serem estabelecidas,
a criarem habilidades partindo da Educação Infantil e Anos Iniciais. Em
desenvolver melhor os planejamentos para a o letramento espacial. Tendo em
vista, que fará uma diferença no aprendizado na vida futura do aluno.
REFERÊNCIAS
1) NADAI, Elza. O
ensino de história no Brasil: trajetória e perspectiva. Revista Brasileira de
História. São Paulo, v.13, n.25/26, p.143-162, set.92/ago.93.
2) CASTROGIOVANNI, Antonio; COSTELLA, Roselane. Geografia e a cartografia escolar no ensino básico: uma relação complexa - percursos e possibilidades. In: SEBASTIÁ ALCARAZ, Rafael; TONDA MONLLOR, Emilia. La investigación e innovación en la enseñanza de la geografía. Alicante: Universidad de Alicante, 2016, p.15-26.
2) CASTROGIOVANNI, Antonio; COSTELLA, Roselane. Geografia e a cartografia escolar no ensino básico: uma relação complexa - percursos e possibilidades. In: SEBASTIÁ ALCARAZ, Rafael; TONDA MONLLOR, Emilia. La investigación e innovación en la enseñanza de la geografía. Alicante: Universidad de Alicante, 2016, p.15-26.
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